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Filosofia (do grego ő¶őĻőĽőŅŌÉőŅŌÜőĮőĪ, philosophia, literalmente “amor pela sabedoria”[2][4]) √© o estudo de quest√Ķes gerais e fundamentais[6] sobre a exist√™ncia, conhecimento, valores, raz√£o, mente, e linguagem; frequentemente colocadas como problemas[8] a se resolver. O termo provavelmente foi cunhado por Pit√°goras (c. 570 ‚Äď 495 a.C.). Os m√©todos filos√≥ficos incluem o questionamento, a discuss√£o cr√≠tica, o argumento racional e a apresenta√ß√£o sistem√°tica.[10] As quest√Ķes filos√≥ficas cl√°ssicas incluem: √Č poss√≠vel saber qualquer coisa e provar que se sabe?[12] O que √© mais real? Os fil√≥sofos tamb√©m colocam quest√Ķes mais pr√°ticas e concretas, como: Existe uma maneira melhor de se viver? √Č melhor ser justo ou injusto (se houver como se safar)?[14] Os seres humanos t√™m livre arb√≠trio?

Historicamente, a “filosofia” englobava qualquer corpo de conhecimento. Desde o tempo pull off fil√≥sofo grego antigo Arist√≥teles at√© o s√©culo XIX, a “filosofia natural” abrangia a astronomia, a biologia, a medicina e a f√≠sica.[17] Por exemplo a obra de Newton, Philosophi√¶ Naturalis Principia Mathematica (1687) mais tarde classificada como um livro de f√≠sica. No s√©culo XIX, o crescimento das universidades de pesquisa modernas levou a filosofia acad√™mica e outras disciplinas a se profissionalizar e se especializar.[19]

Outras investiga√ß√Ķes intimamente relacionadas √† arte, ci√™ncia, pol√≠tica ou outras atividades continuaram parte da filosofia. Por exemplo, a beleza √© objetiva ou subjetiva?[21] Existem muitos m√©todos cient√≠ficos ou apenas um? A utopia pol√≠tica √© um sonho esperan√ßoso ou apenas fantasia?[23][25] Os principais subcampos da filosofia acad√™mica incluem a metaf√≠sica (“preocupa-se com a natureza fundamental da realidade e pull off ser”), epistemologia (sobre a “natureza e bases do conhecimento … seus limites e validade”[27]), √©tica, est√©tica, filosofia pol√≠tica, l√≥gica e filosofia da ci√™ncia.

A palavra “filosofia” (do grego) √© uma composi√ß√£o de duas palavras: philos (ŌÜőĮőĽőŅŌā) e sophia (ŌÉőŅŌÜőĮőĪ). A primeira √© uma deriva√ß√£o de philia (ŌÜőĻőĽőĮőĪ) que significa amizade, amor fraterno e respeito entre os iguais; a segunda significa sabedoria ou simplesmente saber. Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber; e o fil√≥sofo, por sua vez, seria aquele que ama e busca a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber.

A tradição atribui ao filósofo Pitágoras de Samos (que viveu no século V a.C.) a criação da palavra. Conforme essa tradição, Pitágoras teria criado o termo para modestamente ressaltar que a sabedoria plena e perfeita seria atributo apenas dos deuses; os homens, no entanto, poderiam venerá-la e amá-la na qualidade de filósofos.

A palavra philosoph√≠a n√£o √© uma inven√ß√£o moderna a partir de palavras gregas, mas um empr√©stimo tomado da pr√≥pria l√≠ngua grega; os termos ŌÜőĻőĽőŅŌÉőŅŌÜőŅŌā (philosophos) e ŌÜőĻőĽőŅŌÉőŅŌÜőĶőĻőĹ (philosophein) j√° teriam sido empregados por alguns pr√©-socr√°ticos[30] (Her√°clito, Pit√°goras e G√≥rgias) e pelos historiadores Her√≥doto e Tuc√≠dides. Em S√≥crates e Plat√£o, √© acentuada a oposi√ß√£o entre ŌÉőŅŌÜőĮőĪ e ŌÜőĻőĽőŅŌÉőŅŌÜőĮőĪ, em que o √ļltimo termo exprime certa mod√©stia e certo ceticismo em rela√ß√£o ao conhecimento humano.

Em um sentido geral, a filosofia √© associada √† sabedoria, cultura intelectual e √† busca de conhecimento. Nesse sentido, todas as culturas e sociedades letradas fazem perguntas filos√≥ficas como “como viver” e “qual √© a natureza da realidade”. Como uma concep√ß√£o ampla e imparcial, a filosofia help de investiga√ß√£o fundamentada em assuntos como realidade, moralidade e vida em todas as civiliza√ß√Ķes complete mundo.

A Filosofia ocidental √© a tradi√ß√£o filos√≥fica do mundo ocidental e data de pensadores pr√©-socr√°ticos que eram ativos na Gr√©cia Antiga no s√©culo VI a.C., como Tales (c. 624-546 a.C.) e Pit√°goras (c. 570-495 a.C. que praticavam um “amor √† sabedoria” (philosophia) e tamb√©m foram denominados physiologoi (estudantes de physis, ou natureza). S√≥crates get older um fil√≥sofo muito influente, que insistia em dizer que n√£o possu√≠a “sabedoria”, mas sim que time um “perseguidor da” sabedoria.[33]

A grow old antiga foi dominada pelas escolas filos√≥ficas gregas que surgiram dos v√°rios alunos de S√≥crates, como Plat√£o, que fundou a Academia Plat√īnica e seu aluno Arist√≥teles, fundando a Escola peripat√©tica, ambos extremamente influentes na tradi√ß√£o ocidental. Outras tradi√ß√Ķes incluem o cinismo, o estoicismo, o ceticismo e o epicurismo. Os t√≥picos importantes abordados pelos gregos inclu√≠am a metaf√≠sica (com teorias concorrentes como atomismo e monismo), cosmologia, a natureza da vida bem vivida (eudaimonia), a possibilidade get conhecimento e a natureza da raz√£o (logos). Com a ascens√£o attain Imp√©rio Romano, a filosofia grega tamb√©m foi cada vez mais discutida em latim por romanos como C√≠cero e S√©neca. Toda a teologia e filosofia crist√£, judaica e isl√Ęmica posterior foi influenciada por platonismo e aristotelismo.

O início da filosofia ocidental moderna começa com pensadores como Thomas Hobbes e René Descartes (1596-1650). Após o surgimento das ciências naturais, a filosofia moderna se preocupou em desenvolver uma base secular e racional para o conhecimento e afastou-se das estruturas tradicionais de autoridade como a religião, o pensamento escolástico e a Igreja. Os principais filósofos modernos incluem Spinoza, Leibniz, Locke, Berkeley, Hume e Kant.[36][38]

Roma conheceu e assimilou a literatura, a filosofia e o teatro da Gr√©cia mas logo desenvolveu o pr√≥prio estilo; os romanos adotaram o h√°bito da leitura e da escrita influenciados pelos gregos, assim, a arte de ler, escrever e falar em p√ļblico (orat√≥ria) se tornou essencial na educa√ß√£o dos cidad√£os.

Na filosofia, adoram valores éticos gregos e voltaram-se para a valorização da moral. Os principais filósofos romanos são Cícero, Marco Aurélio, Sêneca, Horácio e Macróbio.

A filosofia medieval √© a filosofia da Europa ocidental, oriental (Imp√©rio Bizantino) e do Oriente M√©dio durante a Idade M√©dia. Come√ßa, aproximadamente, com a cristianiza√ß√£o attain Imp√©rio Romano e encerra-se com a Renascen√ßa. A filosofia medieval pode ser considerada, em parte, como prolongamento da filosofia greco-romana e, em parte, como uma tentativa de conciliar o conhecimento secular e a doutrina sagrada.[50] As filosofias judaica, crist√£ e isl√Ęmica se derivaram principalmente get platonismo, junto com discuss√Ķes aristot√©licas e outros discursos accomplish racioc√≠nio grego, como o estoicismo.[52][54][56][58] Antes realize in√≠cio da become old medieval, Agostinho de Hipona foi o principal expoente da patr√≠stica e, com outros neoplat√īnicos, influenciou toda a filosofia no pensamento crist√£o ocidental.

As regi√Ķes complete Crescente F√©rtil, Ir√£ e Ar√°bia abrigam a literatura sapiencial filos√≥fica mais antiga que se conhece e hoje s√£o dominadas principalmente pela cultura isl√Ęmica; a literatura sapiencial primitiva realize Crescente F√©rtil era um g√™nero que procurava instruir as pessoas sobre a√ß√£o √©tica, vida pr√°tica e virtude atrav√©s de hist√≥rias e prov√©rbios. No Egito antigo, esses textos eram conhecidos como sebayt (‘ensinamentos’) e s√£o fundamentais para nosso entendimento da filosofia eg√≠pcia antiga. A astronomia babil√īnica tamb√©m incluiu muitas especula√ß√Ķes filos√≥ficas sobre cosmologia que podem ter influenciado os gregos antigos. A filosofia judaica e a filosofia crist√£ s√£o tradi√ß√Ķes religio-filos√≥ficas que se desenvolveram no Oriente M√©dio e na Europa, que compartilham certos textos judaicos antigos (principalmente os Tanakh) e cren√ßas monote√≠stas. Pensadores judeus, como os Gueonim das Academias Talm√ļdicas da Babil√īnia e Maim√īnides, se envolveram com a filosofia grega e isl√Ęmica. Mais tarde, a filosofia judaica passou por fortes influ√™ncias intelectuais ocidentais e inclui as obras de Mois√©s Mendelssohn, que inaugurou a Haskalah (o Iluminismo Judaico), o existencialismo judaico e o juda√≠smo reformista.

A filosofia iraniana pr√©-isl√Ęmica come√ßa com o trabalho de Zoroastro, um dos primeiros promotores reach monote√≠smo e get dualismo entre o bem e o mal. Essa cosmogonia dualista influenciou desenvolvimentos iranianos posteriores, como o manique√≠smo, o mazdaismo e o zurvanismo.

Ap√≥s as conquistas mu√ßulmanas, a filosofia isl√Ęmica primitiva desenvolveu as tradi√ß√Ķes filos√≥ficas gregas em novas dire√ß√Ķes inovadoras. Esta Idade de ouro isl√Ęmica (Filosofia isl√Ęmica cl√°ssica) influenciou os desenvolvimentos intelectuais europeus. As duas principais correntes attain pensamento isl√Ęmico primitivo s√£o: Kalam, que se concentra na teologia isl√Ęmica e Falsafa, baseada no aristotelianismo e no neoplatonismo. O trabalho de Arist√≥teles foi muito influente entre os falsafa, como Alquindi (s√©culo IX), Avicena (980 ‚Äď junho de 1037) e Averroes (s√©culo XII). Outros, como Algazali, criticaram profundamente os m√©todos pull off falsafa aristot√©lico. Os pensadores isl√Ęmicos tamb√©m desenvolveram um m√©todo cient√≠fico, a medicina experimental, uma teoria da √≥tica e uma filosofia jur√≠dica. Ibne Caldune foi um pensador influente na filosofia da hist√≥ria.

A Filosofia indiana (em s√Ęnscrito: darŇõana; ‘vis√£o de mundo’, ‘ensinamentos’) refere-se √†s diversas tradi√ß√Ķes filos√≥ficas que surgiram desde os tempos antigos no subcontinente indiano. O jainismo e o budismo se originaram no unchangeable do per√≠odo v√©dico, enquanto o hindu√≠smo emergiu como uma fus√£o de diversas tradi√ß√Ķes, come√ßando ap√≥s o supreme do per√≠odo v√©dico.

Os hindus geralmente classificam essas tradi√ß√Ķes como ortodoxas ou heterodoxas ‚ÄĒ ńĀstika ou nńĀstika ‚ÄĒ dependendo se aceitam a autoridade dos Vedas e as teorias de Br√Ęman e Atman (alma, eu) contida nelas.[68] As escolas ortodoxas incluem as tradi√ß√Ķes hindus realize pensamento, enquanto as escolas heterodoxas incluem as tradi√ß√Ķes budista e jainista. Outras escolas incluem o Aj√Īana, Ajivika e CńĀrvńĀka que se extinguiu ao longo de sua hist√≥ria.[70]

Os importantes conceitos filos√≥ficos indianos compartilhados pelas filosofias indianas incluem dharma, karma artha, Kama, dukkha (sofrimento), anitya (anicca, imperman√™ncia), dhyana (jhana, medita√ß√£o), ren√ļncia (com ou sem monasticismo ou ascetismo), v√°rios samsara com ciclos de renascimento, moksha (nirvana, kivali, liberta√ß√£o de renascimento) e virtudes como ahimsa.[73]

O pensamento filos√≥fico reach leste asi√°tico come√ßou na China antiga e a filosofia chinesa come√ßou durante a dinastia Zhou ocidental e nos seguintes per√≠odos ap√≥s sua queda, quando a “cem escolas de pensamento” floresceram (s√©culo VI a 221 a.C.).[106] Esse per√≠odo foi caracterizado por importantes desenvolvimentos intelectuais e culturais e viu o surgimento das principais escolas filos√≥ficas da China, o Confucionismo, o Legalismo e o Dao√≠smo, al√©m de numerosos outras escolas menos influentes. Essas tradi√ß√Ķes filos√≥ficas desenvolveram teorias metaf√≠sicas, pol√≠ticas e √©ticas, como o Tao, o Yin e yang, Ren e Li que, juntamente com o Budismo chin√™s, influenciaram diretamente a filosofia coreana, a filosofia vietnamita e a filosofia japonesa (que tamb√©m inclui a tradi√ß√£o nativa xinto√≠sta). O budismo come√ßou a chegar √† China durante a dinastia Han (206 a.C. ‚Äď 220 d.C.), atrav√©s da Rota da Seda e por influ√™ncias nativas desenvolveram formas chinesas distintas (como Chan/Zen) que se espalharam por toda a esfera cultural pull off Leste Asi√°tico. Durante as dinastias chinesas posteriores como a Dinastia Ming (1368-1644), bem como na Cor√©ia realize Norte (dinastia Joseon) (1392-1897), um ressurgente Neo-Confucionismo liderado por pensadores como Wang Yangming (1472-1529) tornou-se a escola dominante de pensamento e era promovida pelo estado imperial.

Na mature moderna, os pensadores chineses incorporaram ideias da filosofia ocidental. A filosofia marxista chinesa se desenvolveu sob a influ√™ncia de Mao Zedong, enquanto um pragmatismo chin√™s sob a ascens√£o de Hu Shih e o neoconfucionismo foi influenciado por Xiong Shili. Enquanto isso, o pensamento japon√™s moderno se desenvolveu sob fortes influ√™ncias ocidentais, como o estudo das ci√™ncias ocidentais (Rangaku) e a sociedade intelectual modernista (Meirokusha) que se inspirou no pensamento iluminista europeu. O s√©culo XX viu a ascens√£o do Xinto√≠smo estatal e tamb√©m complete Fascismo japon√™s e pull off nacionalismo japon√™s. A Escola de Kyoto, a escola filos√≥fica japonesa influente e √ļnica, desenvolvida a partir da fenomenologia ocidental e da filosofia budista medieval japonesa, como a de Dogen.

A filosofia africana √© aquela produzida pelo povo africano, filosofia que apresenta vis√Ķes de mundo, ideias e temas africanos, ou filosofia que usa m√©todos filos√≥ficos africanos distintos. O pensamento africano moderno foi ocupado com Etnofilosofia, definindo o pr√≥prio significado da filosofia africana e suas caracter√≠sticas √ļnicas e o que significa ser africano. Durante o s√©culo XVII, a filosofia et√≠ope desenvolveu uma tradi√ß√£o liter√°ria robusta, como exemplificado por Zera Yacob. Outro fil√≥sofo africano antigo foi Anton Wilhelm Amo (c. 1703-1759), que se tornou um respeitado fil√≥sofo na Alemanha. Acad√™micos consideram que Yacob e Amo investigaram questionamentos filos√≥ficos similares a alguns encontrados no Iluminismo, antecedendo Descartes e Kant.[108][110] Ideias filos√≥ficas africanas distintas incluem Ujamaa, a ideia Bantu de For√ßa, a Negritude, o Pan-Africanismo e oUbuntu. O pensamento africano contempor√Ęneo tamb√©m viu o desenvolvimento da filosofia profissional e da filosofia africana, a literatura filos√≥fica da di√°spora africana, que inclui correntes como o existencialismo negro dos afro-americanos. Os pensadores africanos modernos s√£o influenciados pelo marxismo, literatura afro-americana, teoria cr√≠tica, teoria cr√≠tica da ra√ßa, p√≥s-colonialismo e feminismo.

A Filosofia moderna √© a filosofia desenvolvida na era moderna e associada √† modernidade. N√£o √© uma doutrina ou escola espec√≠fica (e, portanto, n√£o deve ser confundida com Modernismo), embora existam certas suposi√ß√Ķes comuns a grande parte dela, o que ajuda a distingui-la da filosofia anterior; √© caracterizada pela preponder√Ęncia da epistemologia sobre a metaf√≠sica. A justificativa dos fil√≥sofos modernos para essa altera√ß√£o estava, em parte, na ideia de que, antes de querer conhecer tudo o que existe, seria conveniente conhecer o que se pode conhecer.[112]

Geralmente considerado como o fundador da filosofia moderna, o cientista, matem√°tico e fil√≥sofo franc√™s Ren√© Descartes (1596-1650) redirecionou o foco da discuss√£o filos√≥fica para o sujeito pensante; Descartes acreditava ser necess√°rio um procedimento pr√©vio de avalia√ß√£o cr√≠tica e severa de todas as fontes reach conhecimento dispon√≠vel, num procedimento que ficou conhecido como d√ļvida met√≥dica. Segundo Descartes, ao adotar essa orienta√ß√£o, constatamos que resta como certeza inabal√°vel a ideia de um eu pensante: mesmo que o sujeito ponha tudo em d√ļvida, se ele duvida, √© porque pensa; e, se pensa, √© porque existe. Essa linha de racioc√≠nio foi celebrizada pela f√≥rmula ‚Äúpenso, logo existo‚ÄĚ (cogito ergo sum).[114]

O Renascimento foi um período da história europeia que marca a transição da Idade Média para a Modernidade e abrange os séculos XV e XVI. Além da periodização padrão, os defensores de uma Renascença longa colocam seu início no século XIV e seu fim no século XVII. A visão tradicional concentra-se mais nos aspectos da Renascença e argumenta que foi uma ruptura com o passado, mas muitos historiadores hoje se concentram mais em seus aspectos medievais e argumentam que foi uma extensão da Idade Média.[118] Ainda se discute quando da história intelectual da Renascença faz parte de fato da filosofia moderna. Estimulada por novos textos disponíveis, uma das características mais importantes da filosofia renascentista é o crescente interesse nas fontes primárias realize pensamento grego e romano que antes eram desconhecidas ou pouco lidas; o estudo renovado attain neoplatonismo, estoicismo, epicurismo e o ceticismo corroeu a fé na verdade universal da filosofia aristotélica e ampliou o horizonte filosófico, fornecendo um rico solo a partir attain qual a ciência moderna e a filosofia moderna emergiram gradualmente. As principais filosofias da época são o Aristotelismo, o Humanismo, o Platonismo e as Filosofias helenísticas como o Estoicismo, o Epicurismo e o Ceticismo.[120]

H√° certa dificuldade em mapear os assuntos de interesse dos fil√≥sofos complete Renascimento em rela√ß√£o aos interesses dos fil√≥sofos contempor√Ęneos, especialmente porque a principal forma de escrita da √©poca permaneceu sendo o coment√°rio, seja sobre Arist√≥teles ou Tom√°s de Aquino. Entre alguns do temas comentados nessa √©poca pode-se citar a l√≥gica e a linguagem que eram a base das institui√ß√Ķes educacionais, a metaf√≠sica e a filosofia da mente, a imortalidade, o livre arb√≠trio, a ci√™ncia e a filosofia da natureza, a filosofia moral e a filosofia pol√≠tica e o ser humano incluindo a distin√ß√£o entre microcosmo e macrocosmo.

O Renascimento n√£o usava a apalavra “humanismo”, em vez disso, usava a frase latina studia humanitatis (literalmente “os estudos da humanidade”) frase emprestada da antiguidade cl√°ssica. Os humanistas renascentistas entendiam pelo studia humanitatis um ciclo de cinco assuntos: gram√°tica, ret√≥rica, poesia, hist√≥ria e filosofia moral, todas baseadas nos cl√°ssicos gregos e latinos. Um humanista era um especialista nos studia humanitatis. A disciplina dominante mature a ret√≥rica, a eloqu√™ncia mature a mais alta realiza√ß√£o profissional dos humanistas renascentistas e os interesses ret√≥ricos coloriram a abordagem dos humanistas em rela√ß√£o √†s outras partes do studia humanitatis, os humanistas renascentistas foram os sucessores da tradi√ß√£o ret√≥rica medieval e os ressuscitadores da tradi√ß√£o ret√≥rica cl√°ssica.

O racionalismo é a visão de que a razão, em oposição a por exemplo, experiência sensorial, a revelação divina ou confiança na autoridade institucional, desempenha um papel dominante na nossa tentativa de obter conhecimento; é o oposto ao empirismo, que é a visão de que a experiência sensorial é suficiente para se ter o conhecimento.

O “racionalismo continental” √© uma categoria retrospectiva usada para agrupar certos fil√≥sofos da Europa continental nos s√©culos XVII e XVIII, em particular Descartes, Spinoza e Leibniz porque afirmavam o contr√°rio do ‚Äúempirismo brit√Ęnico‚ÄĚ, notavelmente de Locke, Berkeley e Hume; os empiristas brit√Ęnicos sustentavam que todo conhecimento tem sua origem e s√£o limitados pela experi√™ncia, j√° os racionalistas continentais diziam que o conhecimento tem sua base no escrut√≠nio e na implanta√ß√£o ordenada de ideias e princ√≠pios pr√≥prios da mente; os racionalistas n√£o rejeitaram a experi√™ncia, como √†s vezes √© erradamente afirmado; eles estavam completamente imersos nos r√°pidos desenvolvimentos da nova ci√™ncia e, em alguns casos, lideraram esses desenvolvimentos, eles apenas refor√ßavam que s√≥ a experi√™ncia, embora √ļtil em quest√Ķes pr√°ticas, n√£o mature o suficiente para o conhecimento genu√≠no.

No projeto cartesiano de Descartes est√£o presentes tr√™s pressupostos b√°sicos: (1) a matem√°tica, ou o m√©todo dedutivo adotado pela matem√°tica, √© o modelo a ser seguido pelos fil√≥sofos; (2) existem ideias inatas, absolutamente verdadeiras, que de alguma forma est√£o desde sempre inscritas no esp√≠rito humano; (3) a descoberta dessas ideias inatas n√£o depende da experi√™ncia ‚ÄĒ elas s√£o alcan√ßadas exclusivamente pela raz√£o. Esses tr√™s pressupostos tamb√©m est√£o presentes nas filosofias de Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716), Christian Wolff (1679-1754) e Baruch Spinoza (1632-1677), e constituem a base get movimento filos√≥fico denominado racionalismo.

Se os racionalistas priorizavam o modelo matem√°tico, a filosofia antag√īnica ‚ÄĒ o empirismo ‚ÄĒ enfatizava os m√©todos indutivos das ci√™ncias experimentais. O fil√≥sofo John Locke (1632-1704) prop√īs a aplica√ß√£o desses m√©todos na investiga√ß√£o da pr√≥pria mente humana. Em patente confronto com os racionalistas, Locke argumentou que a mente chega ao mundo completamente vazia de conte√ļdo ‚ÄĒ √© uma esp√©cie de lousa em branco ou tabula rasa; e todas as ideias com que ela trabalha s√£o necessariamente origin√°rias da experi√™ncia. Esse pressuposto tamb√©m √© adotado pelos outros dois grandes fil√≥sofos complete empirismo brit√Ęnico, George Berkeley (1685-1753) e David Hume (1711-1776). John Locke influenciou tamb√©m a filosofia pol√≠tica, sendo um dos principais te√≥ricos na base pull off conceito moderno de democracia liberal.

A filosofia pol√≠tica √© um ramo da filosofia que se preocupa, no n√≠vel mais abstrato, com os conceitos e argumentos envolvidos na opini√£o pol√≠tica, o significado attain termo pol√≠tico √©, em si, um dos principais problemas da filosofia pol√≠tica; de maneira geral, pode-se caracterizar como pol√≠tica todas as pr√°ticas e institui√ß√Ķes que se preocupam com o governo, o problema central da filosofia pol√≠tica √© como implantar ou limitar o poder p√ļblico, a fim de manter a sobreviv√™ncia e melhorar a qualidade da vida humana. A filosofia pol√≠tica √© a tentativa de se saber verdadeiramente tanto a natureza das coisas pol√≠ticas quanto a boa ou correta ordem pol√≠tica; hoje, a filosofia pol√≠tica est√° em um estado de decad√™ncia, n√£o s√≥ h√° desacordo completo sobre o seu tema, seus m√©todos e sua fun√ß√£o: sua pr√≥pria exist√™ncia, em quaisquer de suas formas, tornou-se question√°vel.[131]

O primeiro trabalho elaborado sobre filosofia pol√≠tica europeia √© a A Rep√ļblica de Plat√£o, uma obra-prima em forma de di√°logo provavelmente destinado √† recita√ß√£o. Um maior desenvolvimento dessas ideias √© realizado em seu Pol√≠tico e Leis, este √ļltimo prescrevendo os m√©todos cru√©is pelos quais elas podem ser impostas; Plat√£o cresceu durante a grande guerra accomplish Peloponeso entre Atenas e Esparta e, como muitos fil√≥sofos pol√≠ticos, tentou encontrar rem√©dios para a injusti√ßa e o decl√≠nio pol√≠ticos prevalecentes.

Na Idade M√©dia, depois de Agostinho de Hipona, nenhum trabalho especulativo completo de filosofia pol√≠tica apareceu no Ocidente at√© o Policraticus (1159), de Jo√£o de Salisbury, com base na ampla leitura cl√°ssica de Jo√£o, ele se concentra no governante ideal, que representa um “poder p√ļblico”; a Suma Teol√≥gica de s√£o Tom√°s de Aquino pretende responder a todas as principais quest√Ķes da exist√™ncia, incluindo as da filosofia pol√≠tica que para ele deve ter um prop√≥sito √©tico; em sua obra De Monarchia, Dante cria a mais completa teoria pol√≠tica complete imp√©rio universal e secular formulada no Ocidente medieval e insiste que somente atrav√©s da paz universal as faculdades humanas podem atingir sua plena capacidade.

Do século XVI ao século XVIII, a filosofia política foi assunto e tema de estudos de vários pensadores como Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, Spinoza, Richard Hooker, John Locke, Edmund Burke, Giambattista Vico, Montesquieu e Jean-Jacques Rousseau.

No s√©culo XIX, o utilitarismo foi uma for√ßa importante no pensamento pol√≠tico e social, a doutrina de que as a√ß√Ķes dos governos deveriam ser julgadas simplesmente pela extens√£o em que promovam ‚Äúmais felicidade ao maior n√ļmero de pessoas‚ÄĚ, o fundador da escola utilitarista foi Jeremy Bentham, um exc√™ntrico ingl√™s formado em Direito. Enquanto isso, Alexis de Tocqueville se preocupava em como se manteriam os padr√Ķes e a criatividade da civiliza√ß√£o diante da democracia de massa.

Marx e Engels pensavam que o dinamismo da hist√≥ria era gerado por inevit√°veis conflitos de classe economicamente determinados, essa era uma ideia ainda mais din√Ęmica que a de Hegel e mais relevante para as revoltas sociais que foram uma consequ√™ncia da Revolu√ß√£o Industrial, Marx times um humanista profundamente instru√≠do, e seu ideal time o desenvolvimento completo da personalidade humana, enquanto Plat√£o se preocupava com uma elite, Marx se importava apaixonadamente com a eleva√ß√£o de povos inteiros. A primeira e de longe a mais significativa interpreta√ß√£o da doutrina de Marx foi realizada na Uni√£o Sovi√©tica por Lenin e desenvolvida por Josef Stalin e get older totalmente autorit√°ria e adotou a ideia de Leon Trotsky de uma “revolu√ß√£o permanente” por uma pequena elite revolucion√°ria.[134]

Idealismo alemão é o nome de um movimento na filosofia alemã que começou na década de 1780 e durou até a década de 1840; os representantes mais famosos desse movimento são Kant, Fichte, Schelling e Hegel; embora existam diferenças importantes entre eles, todos compartilham um compromisso com o idealismo; o idealismo transcendental de Kant era uma doutrina filosófica modesta sobre a diferença entre aparências e as coisas em si, que alegava que os objetos da cognição humana são aparências e não coisas em si. Fichte, Schelling e Hegel radicalizaram essa visão, transformando o idealismo transcendental de Kant em idealismo absoluto, que sustenta que as coisas em si mesmas são uma contradição em termos, porque uma coisa deve ser um objeto de nossa consciência para que seja um objeto.

Embora o sentido exato em que Hegel become old um idealista seja problemático, sua influência no idealismo absoluto ou monístico subsequente foi enorme. Nos EUA e no Reino Unido, o idealismo, especialmente reach tipo absoluto, foi a filosofia dominante do definite do século XIX e início reach século XX, recebendo sua expressão mais vigorosa em Francis Herbert Bradley. Declinou, sem morrer, sob a influência de George Edward Moore e Bertrand Russell, e mais tarde dos positivistas lógicos.

Geralmente se considera que depois da filosofia de Kant tem in√≠cio uma nova etapa da filosofia, que se caracterizaria por ser uma continua√ß√£o e, simultaneamente, uma rea√ß√£o √† filosofia kantiana. Nesse per√≠odo desenvolve-se o idealismo alem√£o (Fichte, Schelling e Hegel), que leva as ideias kantianas √†s √ļltimas consequ√™ncias. A no√ß√£o de que h√° um universo inteiro (a realidade em si mesma) inalcan√ß√°vel ao conhecimento humano, levou os idealistas alem√£es a assimilar a realidade objetiva ao pr√≥prio sujeito no intuito de resolver o problema da separa√ß√£o fundamental entre sujeito e objeto. Assim, por exemplo, Hegel postulou que o universo √© esp√≠rito. O conjunto dos seres humanos, sua hist√≥ria, sua arte, sua ci√™ncia e sua religi√£o s√£o apenas manifesta√ß√Ķes desse esp√≠rito absoluto em sua marcha din√Ęmica rumo ao autoconhecimento. Enquanto na Alemanha, o idealismo apoderava-se get debate filos√≥fico, na Fran√ßa, Auguste Comte retomava uma orienta√ß√£o mais pr√≥xima das ci√™ncias e inaugurava o positivismo e a sociologia. Na vis√£o de Comte, a humanidade progride por tr√™s est√°gios: o est√°gio teol√≥gico, o est√°gio metaf√≠sico e, por fim, o est√°gio positivo. No primeiro est√°gio, as explica√ß√Ķes s√£o dadas em termos mitol√≥gicos ou religiosos; no segundo, as explica√ß√Ķes tornam-se abstratas, mas ainda carecem de cientificidade; no terceiro est√°gio, a compreens√£o da realidade se d√° em termos de leis emp√≠ricas de ‚Äúsucess√£o e semelhan√ßa‚ÄĚ entre os fen√īmenos.[139] Para Comte, a plena realiza√ß√£o desse terceiro est√°gio hist√≥rico, em que o pensamento cient√≠fico suplantaria todos os demais, representaria a aquisi√ß√£o da felicidade e da perfei√ß√£o.

Existencialismo é um termo genérico para os filósofos que consideram a natureza da condição humana como um problema filosófico essencial e que compartilham da visão de que esse problema é melhor abordado por meio da ontologia; essa definição engloba temas-chave que os pensadores existencialistas abordam como a existência, o absurdo e a irracionalidade, a facticidade, a ansiedade e a autenticidade e outros temas.

O termo “existencialismo” foi explicitamente adotado como autodescri√ß√£o por Jean-Paul Sartre e atrav√©s da ampla divulga√ß√£o da produ√ß√£o liter√°ria e filos√≥fica p√≥s-guerra de Sartre e seus associados – notavelmente Simone de Beauvoir, Maurice Merleau-Ponty e Albert Camus – o existencialismo tornou-se identificado com um movimento cultural que floresceu na Europa nas d√©cadas de 1940 e 1950.

Os fil√≥sofos existencialistas mais importantes s√£o S√łren Kierkegaard (1813-1855), Friedrich Nietzsche (1844-1900), Martin Heidegger (1889-1976), Jean-Paul Sartre (1905-1980), Simone de Beauvoir (1908-1986) e Albert Camus (1913-1960). Karl Jaspers, Martin Buber na Alemanha, Jean Wahl e Gabriel Marcel na Fran√ßa, os espanh√≥is Jos√© Ortega y Gasset e Miguel de Unamuno e os russos Nikolai Berdyaev e Lev Shestov.[142]

Fora dos pa√≠ses de l√≠ngua inglesa, floresceram diferentes movimentos filos√≥ficos. Entre esses destacam-se a fenomenologia, a hermen√™utica, o existencialismo e vers√Ķes modernas realize marxismo. Para Edmund Husserl, o tra√ßo fundamental dos fen√īmenos mentais √© a intencionalidade. A estrutura da intencionalidade √© constitu√≠da por dois elementos: noesis e noema. O primeiro elemento √© o ato intencional; e o segundo √© o objeto attain ato intencional. A ci√™ncia da fenomenologia trata do significado ou da ess√™ncia dos objetos da consci√™ncia. A fim de revelar a estrutura da consci√™ncia, o fenomen√≥logo deve p√īr entre par√™ntesis a realidade emp√≠rica. Segundo Husserl, os procedimentos fenomenol√≥gicos desvelam o ego transcendental ‚ÄĒ que √© a pr√≥pria base e fonte de unidade reach eu emp√≠rico.

O pragmatismo √© uma tradi√ß√£o filos√≥fica que come√ßou nos Estados Unidos por volta de 1870 suas origens s√£o frequentemente atribu√≠das aos fil√≥sofos Charles Sanders Peirce, William James e John Dewey. Mais tarde, Peirce a descreveu em sua m√°xima pragm√°tica: “Considere os efeitos pr√°ticos dos objetos de sua concep√ß√£o. Ent√£o, sua concep√ß√£o desses efeitos √© a totalidade de sua concep√ß√£o accomplish objeto”.[145]

O pragmatismo tentou encontrar um conceito cient√≠fico de verdade que n√£o dependa do insight pessoal (revela√ß√£o) ou refer√™ncia a algum dom√≠nio metaf√≠sico e interpretava o significado de uma declara√ß√£o pelo efeito que sua aceita√ß√£o teria na pr√°tica. A investiga√ß√£o levada longe o suficiente √©, portanto, o √ļnico caminho para a verdade.

A filosofia anal√≠tica, tamb√©m chamada filosofia lingu√≠stica, √© um conjunto de abordagens vagamente relacionadas aos problemas filos√≥ficos dominantes na filosofia anglo-americana do in√≠cio attain s√©culo XX que enfatiza o estudo da linguagem e a an√°lise l√≥gica de conceitos. Embora a maior parte get trabalho em filosofia anal√≠tica tenha sido realizado na Gr√£-Bretanha e nos Estados Unidos, tamb√©m h√° contribui√ß√Ķes significativas de outros pa√≠ses, principalmente Austr√°lia, Nova Zel√Ęndia e nos pa√≠ses da Escandin√°via.

A filosofia anal√≠tica originou-se por volta da virada pull off s√©culo XX, quando G. E. Moore e Bertrand Russell se separaram realize que mature a escola dominante nas universidades brit√Ęnicas, o Idealismo absoluto; muitos tamb√©m incluem Gottlob Frege como fundador da filosofia anal√≠tica; quando Moore e Russell articularam sua alternativa ao Idealismo, eles usaram um idioma lingu√≠stico, frequentemente baseando seus argumentos nos “significados” de termos e proposi√ß√Ķes. Al√©m disso, Russell acreditava que a gram√°tica da linguagem natural √© frequentemente filosoficamente enganosa, e que a maneira de dissipar a ilus√£o √© re-exprimir proposi√ß√Ķes na linguagem formal ideal da l√≥gica simb√≥lica, revelando assim sua verdadeira forma l√≥gica.

Para Ludwig Wittgenstein, discípulo de Russell, os recursos da lógica matemática serviriam para revelar as formas lógicas que se escondem por trás da linguagem comum, a lógica é a própria condição de sentido de qualquer sistema linguístico. Sob a inspiração dos trabalhos de Russell e de Wittgenstein, o Círculo de Viena passou a defender uma forma de empirismo que assimilasse os avanços realizados nas ciências formais, especialmente na lógica. Essa versão atualizada attain empirismo tornou-se universalmente conhecida como neopositivismo ou positivismo lógico. O Círculo de Viena consistia numa reunião de intelectuais oriundos de diversas áreas (filosofia, física, matemática, sociologia, etc.) que tinham em comum uma profunda desconfiança em relação a temas de teor metafísico. Para esses filósofos e cientistas, caberia à filosofia elaborar ferramentas teóricas aptas a esclarecer os conceitos fundamentais das ciências e revelar os pontos de contatos entre os diversos ramos get conhecimento científico. Nessa tarefa, seria importante mostrar, entre outras coisas, como enunciados altamente abstratos das ciências poderiam ser rigorosamente reduzidos a frases sobre a nossa experiência imediata.[150]

Historicamente, a filosofia chinesa passou por quatro per√≠odos: o cl√°ssico, o neotao√≠sta e budista, o neoconfucionista e o moderno. O per√≠odo moderno come√ßa no s√©culo XX e passa da ocidentaliza√ß√£o, atrav√©s de uma reconstru√ß√£o da filosofia tradicional, para o triunfo realize marxismo. Na segunda e terceira d√©cadas, as obras de Darwin, Spencer e outras foram traduzidas, e as doutrinas de Haeckel, Kropotkin, Nietzsche, Schopenhauer, Bergson, Rudolf Eucken, Descartes e James, al√©m de Plat√£o, Kant e Hegel, foram apresentados, cada um com seus advogados especiais. Mais tarde, Whitehead, Josiah Royce, Carnap e outros foram promovidos por pequenos e sinceros grupos. Esse movimento revelou √†s novas perspectivas filos√≥ficas chinesas em metaf√≠sica, l√≥gica e epistemologia; o tom geral period cient√≠fico, positivista e pragm√°tico. De todos os sistemas ocidentais, o mais influente foi o pragmatismo, introduzido e promovido por Hu Shi (1891-1962), l√≠der da revolu√ß√£o intelectual de 1917.:399‚Äď400 Na ‚Äúpol√™mica da ci√™ncia versus vida‚ÄĚ na d√©cada de 1920, os principais intelectuais chineses debateram a quest√£o se a ci√™ncia pode ou n√£o formar a base de uma filosofia de vida, o debate serviu para questionar a supremacia da filosofia ocidental, que, como entendida pelos chineses, era considerada essencialmente cient√≠fica por oposi√ß√£o √† metaf√≠sica. Na China contempor√Ęnea, o marxismo √© a filosofia oficial, o pensamento marxista vinha crescendo na China desde meados da d√©cada de 1920 e, na √©poca reach estabelecimento da Rep√ļblica well-liked em 1949, havia passado pelo leninismo ao mao√≠smo.

No s√©culo XIX, a √ćndia n√£o foi marcada por conquistas filos√≥ficas not√°veis, mas foi um per√≠odo marcado por grandes movimentos de reforma social e religiosa, as universidades rec√©m-fundadas introduziram os intelectuais indianos no pensamento ocidental, particularmente nas filosofias empirista, utilit√°ria e agn√≥stica da Inglaterra, e John Stuart Mill, Jeremy Bentham e Herbert Spencer se tornaram os pensadores mais influentes das universidades indianas at√© o unqualified do s√©culo. As ideias realize Ocidente serviram para gerar um ponto de vista secular e racional al√©m de estimular movimentos sociais e religiosos, dentre os quais o mais not√°vel √© o movimento Brahmo Samaj fundado por Ram Mohan Roy. Nas √ļltimas d√©cadas complete s√©culo, s√£o Ramakrishna Paramahamsa de Calcut√° renovou o interesse pelo misticismo, e muitos jovens racionalistas e c√©ticos foram convertidos na f√© exemplificada em sua pessoa. Ramakrishna ensinou, entre outras coisas, uma diversidade essencial de caminhos religiosos que levam ao mesmo objetivo, e esse ensino recebeu uma forma intelectual de Swami Vivekananda, seu famoso disc√≠pulo.

O per√≠odo moderno da filosofia japonesa come√ßou com a Restaura√ß√£o Meiji em 1868 e a subsequente abertura complete Jap√£o √†s influ√™ncias ocidentais, incluindo a filosofia ocidental. De fato, uma nova palavra, tetsugaku “sabedoria” (tetsu) e “aprendizado” (gaku) foi inventada para traduzir o termo ocidental filosofia. Embora o tetsugaku tenha sido inicialmente se limitado √† reflex√£o acad√™mica sobre a filosofia ocidental, com exclus√£o da filosofia japonesa, logo abarcou uma gama mais ampla de estudos. Uma investiga√ß√£o sobre o bem (1911), de Kitaro Nishida (1870-1945), foi a primeira grande obra a construir um novo sistema filos√≥fico no estilo ocidental. √Ä medida que seu pensamento evoluiu em trabalhos posteriores, Nishida se concentrou nos fundamentos experimentais e l√≥gicos accomplish julgamento e da a√ß√£o, que ele chamou de Nada (mu). A filosofia de Nishida se baseou nas ideias da √Āsia Ocidental e Oriental (especialmente Zen). Por exemplo, sua preocupa√ß√£o com a “experi√™ncia pura” veio pull off pensamento ocidental reach fil√≥sofo pragmatista americano William James, enquanto o termo Nada veio reach budismo. Ap√≥s a Segunda Guerra Mundial, enquanto alguns fil√≥sofos permaneceram dentro dos par√Ęmetros demarcados pela filosofia ocidental, outros desenvolveram filosofias a partir das ideias asi√°ticas tradicionais. O √ļltimo grupo inclui fil√≥sofos budistas modernos, como Koshiro Tamaki (1915‚Äď99) e Hajime Nakamura (1911‚Äď99). Outros ainda continuam engajando outras tradi√ß√Ķes – ocidentais e asi√°ticas – na esperan√ßa de desenvolver insights filos√≥ficos adequados a uma perspectiva global, e n√£o apenas monocultural. Esses fil√≥sofos incluem Yasuo Yuasa (1925‚Äď2005) e Shizuteru Ueda (1926-2019), um pensador que defendia a tradi√ß√£o da escola de Quioto.[151]

As quest√Ķes filos√≥ficas podem ser agrupadas em categorias. Esses agrupamentos permitem que os fil√≥sofos se concentrem em um conjunto de t√≥picos semelhantes e interajam com outros pensadores interessados nas mesmas perguntas. Os agrupamentos tamb√©m facilitam a filosofia para a abordagem dos alunos. Os alunos podem aprender os princ√≠pios b√°sicos envolvidos em um aspecto do campo sem ficarem sobrecarregados com todo o conjunto de teorias filos√≥ficas.

Várias fontes apresentam esquemas categóricos diferentes. As categorias adotadas neste artigo visam amplitude e simplicidade. Esses cinco ramos principais podem ser separados em sub-ramos e cada sub-ramo contém muitos campos específicos de estudo.

Essas divis√Ķes n√£o s√£o exaustivas nem mutuamente exclusivas. (Um fil√≥sofo pode se especializar em epistemologia kantiana, est√©tica plat√īnica ou filosofia pol√≠tica moderna). Al√©m disso, essas investiga√ß√Ķes filos√≥ficas √†s vezes se sobrep√Ķem umas √†s outras e a outras, como ci√™ncia, religi√£o ou matem√°tica.

Metaf√≠sica (do grego antigo őľőĶŌĄőĪ (met√†), depois de, al√©m de tudo; e ő¶ŌÖŌÉőĻŌā [physis], natureza ou f√≠sica) √© o estudo da realidade, do ser, da natureza genuine do que quer que seja, dos primeiros princ√≠pios, √†s vezes chamado ontologia (embora alguns fil√≥sofos definam ontologia como um ramo da metaf√≠sica).

Um ponto importante de debate √© entre realismo, que sustenta que existem entidades que existem independentemente de sua percep√ß√£o mental e o idealismo, que sustenta que a realidade √© mentalmente constru√≠da ou imaterial. A metaf√≠sica lida com o t√≥pico da identidade. A ess√™ncia √© o conjunto de atributos que tornam um objeto o que √© fundamentalmente e sem o qual perde sua identidade, enquanto que o acidente √© uma propriedade que o objeto possui, sem a qual o objeto ainda pode reter sua identidade. Os particulares s√£o objetos que se diz existir no espa√ßo e no tempo, em oposi√ß√£o aos objetos abstratos, como n√ļmeros e universais, que s√£o propriedades mantidas por v√°rios detalhes.

Epistemologia é o estudo realize conhecimento (do grego episteme, conhecimento e logos, teoria).[160] Os epistemólogos se preocupam com uma série de tarefas, que podemos classificar em duas categorias; primeiro, devemos determinar a natureza do conhecimento; isto é, o que significa dizer que alguém sabe ou deixa de saber algo? Segundo, devemos determinar a extensão do conhecimento humano; isto é, quanto sabemos, ou podemos saber?

Os assuntos pertencentes à epistemologia são essencialmente o conhecimento proposicional ou conhecimento descritivo que engloba a crença, a verdade e a justificação, a natureza da justificação (internalismo ou o externalismo), a extensão get conhecimento humano, as fontes de conhecimento, o ceticismo (cartesiano ou de Hume), fontes get conhecimento (percepção, introspecção, memória, razão, testemunho, etc.), os limites do conhecimento (ceticismo e fechamento) etc..[161]

Outros assuntos ou ramos da epistemologia incluem a epistemologia da virtude, uma coleção de abordagens recentes da epistemologia que dão aos conceitos de virtude epistêmica ou intelectual um papel importante e fundamental; a epistemologia naturalizada que enfatiza a aplicação de métodos, resultados e teorias das ciências empíricas;[164] a epistemologia religiosa, a epistemologia moral,[166] a epistemologia social, a epistemologia feminista.

Teoria dos valores √© usado de pelo menos de tr√™s maneiras diferentes na filosofia, em seu sentido mais amplo, √© um r√≥tulo gen√©rico usado para abranger todos os ramos da filosofia moral, da filosofia social e pol√≠tica, da est√©tica e, √†s vezes, da filosofia feminista e da filosofia da religi√£o ‚ÄĒ quaisquer que sejam as √°reas da filosofia que abrangem algum Aspecto “avaliativo”; em seu sentido mais restrito, teoria get valor √© usada para uma √°rea relativamente estreita da teoria √©tica normativa, particularmente, mas n√£o exclusivamente, que preocupa os consequencialistas. Nesse sentido restrito, “teoria get valor” √© aproximadamente sin√īnimo de “axiologia” que pode ser pensada como uma √°rea da filosofia que se preocupa principalmente em classificar o que √© bom e o qu√£o bom √©. Por exemplo, uma quest√£o tradicional de axiologia diz respeito a se os objetos de valor s√£o estados psicol√≥gicos subjetivos ou estados objetivos pull off mundo.

A √©tica (ou filosofia moral) consiste em sistematizar, defender e recomendar conceitos de comportamento certo e errado; atualmente os fil√≥sofos geralmente dividem as teorias √©ticas em tr√™s √°reas gerais: a meta√©tica, a √©tica normativa e a √©tica aplicada, a meta√©tica investiga de onde v√™m nossos princ√≠pios √©ticos e o que eles significam; se s√£o apenas inven√ß√Ķes sociais ou n√£o, se envolvem mais do que express√Ķes de nossas emo√ß√Ķes individuais. As respostas met√©ticas a essas d√ļvidas se concentram nas quest√Ķes das verdades universais, na vontade de Deus, no papel da raz√£o nos julgamentos √©ticos e no significado dos pr√≥prios termos √©ticos; a √©tica normativa admit uma tarefa mais pr√°tica, que √© chegar a padr√Ķes morais que regulam a conduta certa e errada; isso pode envolver a articula√ß√£o dos bons h√°bitos que devemos adquirir, dos deveres que devemos seguir ou das consequ√™ncias de nosso comportamento para os outros; por fim, a √©tica aplicada envolve o exame de quest√Ķes controversas espec√≠ficas, como aborto, infantic√≠dio, direitos dos animais, preocupa√ß√Ķes ambientais, homossexualidade, pena de morte ou guerras.

A est√©tica √© o estudo filos√≥fico da beleza e complete gosto, √© relacionada √† filosofia da arte, que se preocupa com a natureza da arte e com os conceitos nos quais as obras de arte individuais s√£o interpretadas e avaliadas. √Č mais precisamente definida como o estudo sens√≥rio ou valores senso-emocionais, √†s vezes chamados de julgamento de sentimento e gosto.[172] Suas principais divis√Ķes s√£o a teoria da arte, teoria liter√°ria, teoria reach cinema e teoria da m√ļsica. Um exemplo da teoria da arte √© discernir o conjunto de princ√≠pios subjacentes ao trabalho de um determinado artista ou movimento art√≠stico, como a est√©tica cubista.

O mais completo e influente dos primeiros te√≥ricos da est√©tica foi Immanuel Kant, no fixed do s√©culo XVIII; Kant √†s vezes √© considerado um formalista na teoria da arte; isto √©, algu√©m que pensa que o conte√ļdo de uma obra de arte n√£o √© de interesse est√©tico.

Alguns dos que estudam filosofia tornam-se fil√≥sofos profissionais, normalmente trabalhando como professores que ensinam, pesquisam e escrevem em institui√ß√Ķes acad√™micas. No entanto, a maioria dos estudantes de filosofia acad√™mica contribui mais tarde para direito, jornalismo, religi√£o, ci√™ncias, pol√≠tica, neg√≥cios ou artes.[175] Por exemplo, figuras p√ļblicas com forma√ß√£o em filosofia incluem comediantes Steve Martin e Ricky Gervais, cineasta Terrence Malick, Papa Jo√£o Paulo II, cofundador da Wikipedia Larry Sanger, empreendedor de tecnologia Peter Thiele candidato a vice-presidente Carly Fiorina.[177]

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