{"id":4357,"date":"2023-02-16T18:50:49","date_gmt":"2023-02-16T18:50:49","guid":{"rendered":"https:\/\/oslivros.com\/index.php\/2023\/02\/16\/mary-shelley\/"},"modified":"2023-02-16T18:50:49","modified_gmt":"2023-02-16T18:50:49","slug":"mary-shelley","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oslivros.com\/index.php\/2023\/02\/16\/mary-shelley\/","title":{"rendered":"Os mais famosos bestsellers de Mary Shelley"},"content":{"rendered":"\n<p>Quer saber qual o melhor livro de Mary Shelley?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Oslivros.com<\/strong> oferece a voc\u00ea uma classifica\u00e7\u00e3o escolhida a dedo organizada dos livros mais populares de Mary Shelley, com base nas avalia\u00e7\u00f5es e satisfa\u00e7\u00e3o dos leitores. Aqui, voc\u00ea encontrar\u00e1 a sele\u00e7\u00e3o mais atualizada dos livros melhores e elogiados de todos os tempos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83c\udfc6 Aqui est\u00e1 a classifica\u00e7\u00e3o dos bestsellers:<\/h2>\n\n\n\n<p><p >No products found.<\/p><br>Esta escolha se baseia sobre os livros de Mary Shelley mais lidos do mercado na \u00faltima semana.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83d\udcb2 Livros em promo\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n<p >No products found.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83e\udd47 Melhor livro de Mary Shelley<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar de existirem vari\u00e1veis para a sele\u00e7\u00e3o do melhor livro de Mary Shelley, segundo nossa opini\u00e3o, parece ser o melhor livro \u00e0 venda.<\/p>\n\n\n<p >No products found.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\ud83d\udcda Aprofundamento sobre Mary Shelley<\/h2>\n\n\n<p>https:\/\/youtube.com\/watch?v=paiD_oZYatg<\/p>\n\n\n<div class=\"page-generator-pro-wikipedia\">\n<p><b>Mary Wollstonecraft Shelley<\/b>, nascida <b>Mary Wollstonecraft Godwin<\/b> (Somers Town, Londres, 30 de agosto de 1797 \u2013 Chester Square, Londres, 1 de fevereiro de 1851), mais conhecida por <b>Mary Shelley<\/b>, foi uma escritora brit\u00e2nica, filha do fil\u00f3sofo William Godwin e da feminista e escritora Mary Wollstonecraft.<\/p>\n<p>Mary Shelley foi autora, dramaturga, ensa\u00edsta, bi\u00f3grafa e escritora de literatura de viagens, mais conhecida por seu romance g\u00f3tico, <i>Frankenstein: ou O Moderno Prometeu<\/i> (1818). Ela tamb\u00e9m editou e promoveu os trabalhos de seu marido, o poeta rom\u00e2ntico e fil\u00f3sofo Percy Bysshe Shelley, com quem se casou em 1816, ap\u00f3s o suic\u00eddio de sua primeira esposa.<\/p>\n<p>A m\u00e3e de Mary morreu 10 dias depois attain nascimento de sua filha; ela e sua meia-irm\u00e3, Fanny Imlay, foram criadas por seu pai. Quando Mary tinha quatro anos, Godwin casou-se com uma vizinha, Mary Jane Clairmont. Godwin deu \u00e0 sua filha uma rica e informal educa\u00e7\u00e3o, encorajando-a a aderir \u00e0s suas teorias pol\u00edticas liberais. Em 1814, Mary Godwin iniciou um relacionamento amoroso com um dos seguidores pol\u00edticos de seu pai, o casado Percy Bysshe Shelley. Junto com a irm\u00e3 adotiva de Mary, Claire Clairmont, eles partem para a Fran\u00e7a e viajam pela Europa; uma vez retornando a Inglaterra, Mary fica gr\u00e1vida de Percy. Durante os pr\u00f3ximos dois anos, ela e Percy enfrentam o ostracismo, d\u00edvidas e a morte da filha prematura. Eles se casaram em 1816 ap\u00f3s o suic\u00eddio da primeira mulher de Percy Shelley, Harriet. Em 1816, o famoso casal passou o ver\u00e3o com Lord Byron, John William Polidori, e Claire Clairmont pr\u00f3ximos de Genebra, Su\u00ed\u00e7a, onde Mary concebe a ideia de seu romance <i>Frankenstein<\/i>. Os Shelleys deixam a Gr\u00e3-Bretanha em 1818 e v\u00e3o para a It\u00e1lia, onde o segundo e o terceiro filhos morrem antes realize nascimento de seu \u00faltimo e \u00fanico sobrevivente filho, Percy Florence. Em 1822, seu marido afogou-se quando seu barco afundou durante uma tempestade na Ba\u00eda de La Spezia. Um ano depois, Mary Shelley retornou a Inglaterra, devotando-se, desde ent\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de seu filho e \u00e0 carreira como autora profissional. A \u00faltima d\u00e9cada de sua vida foi marcada pela doen\u00e7a, provavelmente causada pelo tumor cerebral que a iria matar aos 53 anos de idade.<\/p>\n<p>At\u00e9 os anos 70, Mary Shelley times conhecida principalmente por seus esfor\u00e7os em publicar os trabalhos de Percy Shelley e pelo romance <i>Frankenstein<\/i>, que permanece sendo lido mundialmente e tendo inspirado muitas pe\u00e7as de teatro e adapta\u00e7\u00f5es para o cinema. Os estudos atuais renderam uma vis\u00e3o mais abrangente das realiza\u00e7\u00f5es de Mary Shelley. Estudiosos demonstraram mais interesse em sua carreira liter\u00e1ria, particularmente seus romances, que incluem romances hist\u00f3ricos <i>Valperga<\/i> (1823) e <i>The Fortunes of Perkin Warbeck<\/i> (1830), o romance apocal\u00edptico <i>The Last Man<\/i> (1826), e seus \u00faltimos dois romances, <i>Lodore<\/i> (1835) e <i>Falkner<\/i> (1837). Estudos de seus \u00faltimos trabalhos conhecidos como o livro de viagens <i>Rambles in Germany and Italy<\/i> (1844) e os artigos biogr\u00e1ficos de <i>Dionysius Lardner&#8217;s<\/i>, <i>Cabinet Cyclopaedia<\/i> (1829\u201346), serviram de base e visualiza\u00e7\u00e3o de que Mary Shelley permaneceu uma pol\u00edtica unprejudiced por toda a vida. O trabalho de Mary Shelley frequentemente discute que essa coopera\u00e7\u00e3o e simpatia, particularmente praticada pelas mulheres na fam\u00edlia, eram maneiras de se reformar a sociedade civil. Esta vis\u00e3o foi um desafio direto ao car\u00e1ter rom\u00e2ntico individualista promovido por Percy Shelley e as teorias pol\u00edticas iluministas articuladas por seu pai, William Godwin.<\/p>\n<p>Mary Shelley nasceu em Somers Town, Londres. Foi a segunda filha da fil\u00f3sofa feminista, educadora e escritora Mary Wollstonecraft, e a primeira filha reach fil\u00f3sofo, escritor e jornalista William Godwin. Wollstonecraft morreu de septicemia puerperal dez dias ap\u00f3s Mary nascer. Godwin criou Mary junto com sua meia irm\u00e3, Fanny Imlay, filha de Wollstonecraft com o especulador americano Gilbert Imlay. Um ano depois da morte de Wollstonecraft, Godwin publicou suas <i>Memoirs of the Author of A Vindication of the Rights of Woman<\/i> (1798), com a inten\u00e7\u00e3o de ser um tributo sincero e apaixonado. Entretanto, por conta das <i>Memoirs<\/i> terem revelado o caso de Wollstonecraft e sua filha ileg\u00edtima, chocaram a todos. Mary Godwin leu essas mem\u00f3rias e os livros de sua m\u00e3e, aumentando a seu amor por ela.<sup id=\"cite_ref-3\" class=\"reference\"><span>[<\/span>3<span>]<\/span><\/sup> A inf\u00e2ncia de Mary foi feliz, a julgar pelas cartas da governanta e enfermeira de William Godwin, Louisa Jones. Mas Godwin se sentia profundamente aqu\u00e9m de suas for\u00e7as e percebendo que n\u00e3o conseguiria cuidar das filhas sozinho, procurou por uma segunda esposa.<sup id=\"cite_ref-5\" class=\"reference\"><span>[<\/span>5<span>]<\/span><\/sup> Em dezembro de 1801, casou-se com Mary Jane Clairmont, uma mulher bem educada com dois filhos jovens \u2014Charles e Claire. A maioria dos amigos de Godwin n\u00e3o gostavam de sua nova esposa, descrevendo-a como violenta e temperamental;<sup id=\"cite_ref-7\" class=\"reference\"><span>[<\/span>6<span>]<\/span><\/sup> mas Godwin foi devotado a ela, e o casamento foi um sucesso.<sup id=\"cite_ref-9\" class=\"reference\"><span>[<\/span>7<span>]<\/span><\/sup> Mary Godwin, por outro lado, detestava sua madrasta. O biografo de William Godwin, C. Kegan Paul mais tarde sugeriu que a Sra. Godwin tinha prefer\u00eancia por sua pr\u00f3pria filha em oposi\u00e7\u00e3o a outra.<sup id=\"cite_ref-11\" class=\"reference\"><span>[<\/span>9<span>]<\/span><\/sup> Em conjunto, os Godwins iniciaram uma empresa de publicidade chamada M. J. Godwin, que vendia livros infantis, assim como artigos de papelaria, mapas e jogos. Entretanto, o neg\u00f3cio n\u00e3o teve lucros e Godwin foi for\u00e7ado a fazer empr\u00e9stimos para prosseguir. Ele continuou a pegar empr\u00e9stimos para pagar as d\u00edvidas, gerando cada vez mais problemas. Em 1809, os neg\u00f3cios de Godwin v\u00e3o \u00e0 fal\u00eancia e ele estava &#8220;perto do desespero&#8221;.<sup id=\"cite_ref-13\" class=\"reference\"><span>[<\/span>11<span>]<\/span><\/sup> Ele foi salvo da \u2018\u2019pris\u00e3o dos devedores\u2019\u2019 pelos seus seguidores fil\u00f3sofos como Francis Place, que lhe emprestou mais dinheiro.<\/p>\n<p>Embora Mary Godwin tenha recebido pouca educa\u00e7\u00e3o formal, seu pai a tutorou em v\u00e1rios assuntos. Frequentemente levava as crian\u00e7as em viagens educacionais, e elas tamb\u00e9m tinham acesso a sua biblioteca e a muitos intelectuais que o visitavam, incluindo o poeta rom\u00e2ntico Samuel Taylor Coleridge e o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Aaron Burr. Godwin admitiu que n\u00e3o educou as meninas de acordo com a filosofia de Mary Wollstonecraft disposto em trabalhos como <i>A Vindication of the Rights of Woman<\/i> (1792), mas Mary Godwin, todavia, recebeu uma educa\u00e7\u00e3o incomum e avan\u00e7ada para uma garota da sua \u00e9poca. Ela teve uma educadora, um tutor, e leu v\u00e1rios livros infantis de seu pai sobre a hist\u00f3ria de Roma e da Gr\u00e9cia em manuscrito.<sup id=\"cite_ref-16\" class=\"reference\"><span>[<\/span>14<span>]<\/span><\/sup> Por 6 meses em 1811, ela frequentou um col\u00e9gio interno em Ramsgate. Seu pai a descreveu aos 15 anos como &#8220;uma mente ativa, um tanto imperativa e singularmente brilhante. Seu desejo de conhecimento \u00e9 grande, e sua perseveran\u00e7a em tudo o que empreende \u00e9 quase invenc\u00edvel&#8221;.<sup id=\"cite_ref-18\" class=\"reference\"><span>[<\/span>16<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Em Junho de 1812, seu pai a mandou para junto reach dissidente advanced William Baxterher, perto de Dundee, Esc\u00f3cia. Para Baxter, ele escreveu, &#8220;Estou ansioso pelo que ela pode trazer&#8230; como uma fil\u00f3sofa, ou mesmo como uma c\u00ednica.&#8221;<sup id=\"cite_ref-20\" class=\"reference\"><span>[<\/span>18<span>]<\/span><\/sup> Eruditos especularam que ela pode ter sido afastada para cuidar da sa\u00fade, retir\u00e1-la dos neg\u00f3cios, ou introduzi-la na pol\u00edtica radical. Mary Godwin revelou-se nos arredores espa\u00e7osos da casa de Baxter e na companhia de suas quatro filhas e retornou para o norte em 1813 onde passou os pr\u00f3ximos 10 meses.<sup id=\"cite_ref-22\" class=\"reference\"><span>[<\/span>20<span>]<\/span><\/sup> Na introdu\u00e7\u00e3o de <i>Frankenstein<\/i> de 1831, ela relembrou: &#8220;Escrevi no mais simples e comum estilo. Embaixo das \u00e1rvores nos campos que pertenciam a nossa casa, ou nas montanhas descampadas, onde minhas composi\u00e7\u00f5es verdadeiras, os voos de minha imagina\u00e7\u00e3o, nasceram e floresceram&#8221;.<\/p>\n<p>Mary Godwin pode ter tido seu primeiro encontro com o poeta-fil\u00f3sofo Percy Bysshe Shelley no intervalo entre duas de suas estadas na Esc\u00f3cia. Antes de ela retornar para casa pela segunda vez em 30 de mar\u00e7o de 1814, Percy Shelley vinha se tornando distante da esposa, e regularmente visitava Godwin.<sup id=\"cite_ref-25\" class=\"reference\"><span>[<\/span>23<span>]<\/span><\/sup> O radicalismo de Percy Shelley, principalmente sua vis\u00e3o econ\u00f4mica, inspirada na <i>Justi\u00e7a Pol\u00edtica<\/i> de Godwin (1793), alienou-o de sua rica fam\u00edlia aristocrata: avisaram-no que seguisse os modelos tradicionais da aristocracia, e ele quis doar grandes quantidades realize dinheiro da fam\u00edlia para causas de ajuda a desamparados. Percy Shelley consequentemente teve dificuldade em ter acesso ao dinheiro antes que o herdasse, porque sua fam\u00edlia n\u00e3o queria que ele o gastasse em projetos de &#8220;justi\u00e7a pol\u00edtica&#8221;. Depois de v\u00e1rios meses de promessas, Shelley informou que n\u00e3o queria nem poderia pagar as d\u00edvidas de Godwin. Godwin ficou furioso e se sentiu tra\u00eddo.<\/p>\n<p>Mary e Percy se encontraram pela primeira vez no mausol\u00e9u de Mary Wollstonecraft em St Pancras Old Church, e apaixonaram-se\u2014ela estava com quase dezessete anos e ele pr\u00f3ximo dos vinte e dois. Para desespero de Mary, seu pai n\u00e3o aprovava o relacionamento e tentou impedi-los de modo a salvar a fama de &#8220;impec\u00e1vel&#8221; da sua filha. Na mesma \u00e9poca, Godwin conheceu a incapacidade dos Shelleys de pagar suas d\u00edvidas.<sup id=\"cite_ref-28\" class=\"reference\"><span>[<\/span>26<span>]<\/span><\/sup> Mary, que escreveu mais tarde de &#8220;meu apego excessivo e rom\u00e2ntico por meu pai&#8221;, estava confusa. Ela viu Percy Shelley como uma encarna\u00e7\u00e3o das ideias de seus pais liberais e reformistas dos anos 1790, principalmente a vis\u00e3o de Godwin sobre o casamento ser um monop\u00f3lio repressivo, alegado em sua edi\u00e7\u00e3o de 1793 de \u201cJusti\u00e7a Pol\u00edtica\u201d mas j\u00e1 recolhido.<sup id=\"cite_ref-30\" class=\"reference\"><span>[<\/span>28<span>]<\/span><\/sup> Em 28 de Julho de 1814, o casal secretamente vai para a Fran\u00e7a, levando a meia-irm\u00e3 de Mary, Claire Clairmont, com eles, mas deixando a esposa gr\u00e1vida de Percy para tr\u00e1s. Depois de convencer Mary Jane Godwin, que os perseguiu at\u00e9 Calais, que n\u00e3o desejavam regressar, o trio viajou para Paris, e ent\u00e3o, de burro, mula, e de carro\u00e7a, atrav\u00e9s de uma Fran\u00e7a recentemente devastada pela guerra, para a Su\u00ed\u00e7a. &#8220;Est\u00e1vamos numa novela, sendo um romance real&#8221;, Mary Shelley, em 1826, recordou.<sup id=\"cite_ref-32\" class=\"reference\"><span>[<\/span>30<span>]<\/span><\/sup> Enquanto viajavam, Mary e Percy liam obras de Mary Wollstonecraft e outros, mantinham uma jornal comum, e continuaram a sua pr\u00f3pria escrita. Em Lucerna, a falta de dinheiro obrigou os tr\u00eas a voltar para tr\u00e1s, desceram para o Norte e por terra at\u00e9 o porto holand\u00eas de Maasluys, chegando a Gravesend, Kent, em 13 de Setembro de 1814.<sup id=\"cite_ref-34\" class=\"reference\"><span>[<\/span>32<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o que aguardava Mary Godwin na Inglaterra foi repleta de complica\u00e7\u00f5es, algumas das quais ela n\u00e3o tinha previsto. Antes ou durante a viagem, ela ficou gr\u00e1vida e ela e Percy agora viram-se sem um tost\u00e3o, e, para surpresa genu\u00edna de Mary, seu pai se recusou a fazer nada por ela. O casal mudou-se com Claire para alojamentos em Somers Town, e mais tarde, Nelson Square. Eles mantiveram o seu intenso programa de leitura e escrita e amigos de Percy Shelley, como Thomas Jefferson Hogg e o escritor Thomas Love Peacock.<sup id=\"cite_ref-36\" class=\"reference\"><span>[<\/span>34<span>]<\/span><\/sup> Percy Shelley \u00e0s vezes saiu de casa por per\u00edodos curtos para iludir os credores. Cartas casuais attain casal revelam sua dor nessas separa\u00e7\u00f5es.<sup id=\"cite_ref-38\" class=\"reference\"><span>[<\/span>36<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Gr\u00e1vida e muitas vezes doente, Mary Godwin teve de lidar com a alegria de Percy no nascimento de seu filho com Harriet Shelley no firm de 1814 e seus constantes passeios com Claire Clairmont. Foi consolada pelas visitas de Hogg, a quem ela n\u00e3o gostava no in\u00edcio mas logo considerado um amigo \u00edntimo.<sup id=\"cite_ref-40\" class=\"reference\"><span>[<\/span>37<span>]<\/span><\/sup> Percy Shelley parece ter querido que Mary Godwin e Hogg se tornassem amantes; Mary n\u00e3o descartou a ideia, j\u00e1 que, em princ\u00edpio, ela acreditava em amor livre.<sup id=\"cite_ref-42\" class=\"reference\"><span>[<\/span>39<span>]<\/span><\/sup> Na pr\u00e1tica, por\u00e9m, ela amava apenas Percy Shelley e parece n\u00e3o ter se aventurado mais longe pull off que a flertes com Hogg.<sup id=\"cite_ref-44\" class=\"reference\"><span>[<\/span>nota 4<span>]<\/span><\/sup> Em 22 de fevereiro de 1815, ela deu \u00e0 luz uma menina prematura de dois meses, que n\u00e3o tinha muita esperan\u00e7a de sobreviver. Em 6 de mar\u00e7o, escreveu a Hogg:<\/p>\n<p>A perda de seu beb\u00ea deixou Mary Godwin em depress\u00e3o profunda, sendo assombrada por vis\u00f5es reach beb\u00ea; mas ela engravidaria novamente e j\u00e1 tinha se recuperado no ver\u00e3o. Com uma recupera\u00e7\u00e3o das finan\u00e7as de Percy Shelley ap\u00f3s a morte de seu av\u00f4, Sir Bysshe Shelley, o casal passou as f\u00e9rias em Torquay e depois alugou um chal\u00e9 de dois andares em Bishopsgate, junto ao Windsor Great Park.<sup id=\"cite_ref-48\" class=\"reference\"><span>[<\/span>44<span>]<\/span><\/sup> Pouco se sabe sobre este per\u00edodo da vida de Mary Godwin, desde a sua revista de maio de 1815 a julho de 1816 se perdeu. Na Bishopsgate, Percy escreveu seu poema <i>Alastor<\/i>; e em 24 de janeiro de 1816, Mary deu \u00e0 luz um segundo filho, William, em homenagem a seu pai e logo apelidado de &#8220;Willmouse&#8221;. Em seu romance <i>The Last Man<\/i>, ela imaginava Windsor como um Jardim do \u00c9den.<\/p>\n<p>Em maio de 1816, Mary Godwin, Percy Shelley, e seu filho viajaram para Genebra com Claire Clairmont, onde planejavam passar o ver\u00e3o com o poeta Lord Byron, cujo caso recente com Claire a tinha deixado gr\u00e1vida. O grupo chegou em Genebra em 14 de maio de 1816, onde Mary passou a se chamar de &#8220;Sra. Shelley&#8221;. Byron se juntou a eles em 25 de Maio com seu jovem m\u00e9dico, John William Polidori,<sup id=\"cite_ref-Sunstein,_117_51-0\" class=\"reference\"><span>[<\/span>47<span>]<\/span><\/sup> e alugou a Villa Diodati, perto accomplish Lago de Genebra na vila de Cologny; Percy Shelley alugou uma pequena constru\u00e7\u00e3o chamada Maison Chapuis, pr\u00f3ximo \u00e0 margem complete rio. Passaram seu tempo escrevendo, com passeios de barco no lago, e conversando at\u00e9 tarde da noite.<sup id=\"cite_ref-53\" class=\"reference\"><span>[<\/span>49<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>&#8220;Foi com certeza um ver\u00e3o molhado,&#8221;, Mary Shelley relembrou em 1831, &#8220;a chuva incessante, muitas vezes confinou-nos dias dentro de casa&#8221;.<sup id=\"cite_ref-55\" class=\"reference\"><span>[<\/span>nota 5<span>]<\/span><\/sup> Entre outros assuntos, a conversa virou-se para as experi\u00eancias get fil\u00f3sofo natural e poeta Erasmus Darwin accomplish s\u00e9culo XVIII, que disse ter animado mat\u00e9ria morta, e do galvanismo e a viabilidade de retornar \u00e0 vida um cad\u00e1ver ou partes de um corpo. Sentados em torno de uma fogueira na Villa de Byron, os companheiros tamb\u00e9m se divertiam lendo hist\u00f3rias alem\u00e3s de fantasmas, fazendo com que Byron sugerisse que cada um escrevesse o seu pr\u00f3prio conto sobrenatural. Pouco depois, em uma inspira\u00e7\u00e3o, Mary Godwin concebeu a ideia de <i>Frankenstein<\/i>:<\/p>\n<p>Ela come\u00e7ou a escrever o que achou que seria uma hist\u00f3ria curta. Com o encorajamento de Percy Shelley, ela expandiu este conto em seu primeiro romance, <i>Frankenstein: or, The Modern Prometheus<\/i>, publicado em 1818. Mais tarde ela descreveu o ver\u00e3o na Su\u00ed\u00e7a como o momento &#8220;Quando eu sa\u00ed da inf\u00e2ncia para a vida&#8221;.<sup id=\"cite_ref-Sunstein,_117_51-1\" class=\"reference\"><span>[<\/span>47<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>No seu retorno \u00e0 Inglaterra em setembro, Mary e Percy mudaram-se &#8211; com Claire Clairmont &#8211; estabilizando-se pr\u00f3ximo de Bath, onde esperaram manter secreta a gravidez de Claire. Em Cologny, Mary Godwin havia recebido duas cartas de sua meia-irm\u00e3, Fanny Imlay, que aludiu \u00e0 sua vida &#8220;infeliz&#8221;; em 9 de Outubro, Fanny escreveu uma carta &#8220;alarmante&#8221; de Bristol o que fez com que Percy Shelley sa\u00edsse \u00e0 sua procura, sem sucesso. Na manh\u00e3 do dia 10 de outubro, Fanny Imlay foi encontrada morta em um quarto em Swansea, juntamente com uma nota de suic\u00eddio e uma garrafa de l\u00e1udano. Em 10 de Dezembro, a esposa de Percy Shelley, Harriet, foi encontrada afogada no lago Serpentine, um lago no Hyde Park, em Londres.<sup id=\"cite_ref-61\" class=\"reference\"><span>[<\/span>55<span>]<\/span><\/sup> Ambos os suic\u00eddios foram acobertados. A fam\u00edlia de Harriet dificultou os esfor\u00e7os de Percy Shelley &#8211; totalmente apoiado por Mary Godwin &#8211; para assumir a cust\u00f3dia de seus dois filhos com Harriet. A fim de melhorar sua posi\u00e7\u00e3o no caso, seus advogados o aconselharam a se casar, de modo que ele e Mary, que estava gr\u00e1vida de novo, se casaram em 30 de dezembro de 1816 na Igreja de St. Mildred, Bread Street, em Londres. Sr. e Sra. Godwin estavam presentes e o casamento acabou com a rusga na fam\u00edlia.<sup id=\"cite_ref-63\" class=\"reference\"><span>[<\/span>57<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Claire Clairmont deu \u00e0 luz uma menina em 13 de janeiro, inicialmente chamada Alba, mais tarde Allegra.<sup id=\"cite_ref-65\" class=\"reference\"><span>[<\/span>nota 7<span>]<\/span><\/sup> Em mar\u00e7o desse ano, a Chancery Court julgou Percy Shelley moralmente inapto para assumir a cust\u00f3dia de seus filhos e colocou-os com a fam\u00edlia de um cl\u00e9rigo. Tamb\u00e9m em mar\u00e7o, os Shelleys mudaram-se com Claire e Alba para Albion House em Marlow, Buckinghamshire, um pr\u00e9dio grande, \u00famido sobre o rio T\u00e2misa. L\u00e1 Mary Shelley deu \u00e0 luz seu terceiro filho, Clara, em 2 de setembro. Em Marlow, eles entretiveram seus novos amigos Marianne e Leigh Hunt, trabalhando arduamente nos seus escritos, e muitas vezes em discuss\u00f5es pol\u00edticas.<sup id=\"cite_ref-67\" class=\"reference\"><span>[<\/span>60<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>No in\u00edcio do ver\u00e3o de 1817, Mary Shelley finalizou <i>Frankenstein<\/i>, que foi publicado anonimamente em janeiro de 1818. Cr\u00edticos e leitores acharam que Percy Shelley grow old o autor, j\u00e1 que o livro havia sido publicado com seu pref\u00e1cio e dedicado a seu her\u00f3i pol\u00edtico William Godwin. Em Marlow, Mary editou a revista conjunta get grupo da viagem continental de 1814, acrescentando material escrito na Su\u00ed\u00e7a em 1816, junto com o poema de Percy, Mont Blanc. O resultado foi a <i>Hist\u00f3ria de uma viagem de seis semanas<\/i>, publicado em Novembro de 1817. Naquele outono, Percy Shelley, muitas vezes esteve fora de sua casa em Londres para fugir dos credores. A amea\u00e7a de uma \u2018\u2019pris\u00e3o por d\u00edvidas\u2019\u2019, combinada com sua sa\u00fade ruim e medo de perder a cust\u00f3dia de seus filhos, contribu\u00edram para a decis\u00e3o reach casal de deixar a Inglaterra para a It\u00e1lia em 12 de Mar\u00e7o de 1818, tendo Claire Clairmont e Alba com eles.<sup id=\"cite_ref-69\" class=\"reference\"><span>[<\/span>62<span>]<\/span><\/sup> Eles n\u00e3o tinham inten\u00e7\u00e3o de retornar.<\/p>\n<p>Uma das primeiras tarefas reach grupo ao chegar \u00e0 It\u00e1lia foi levar Alba para Byron, que vivia em Veneza. Ele concordou em assumi-la, desde que Claire n\u00e3o tivesse mais nada a ver com ela. Os Shelleys ent\u00e3o embarcaram em uma exist\u00eancia errante, nunca se estabelecendo num lugar por muito tempo.<sup id=\"cite_ref-72\" class=\"reference\"><span>[<\/span>65<span>]<\/span><\/sup> Ao longo accomplish caminho, eles acumularam um c\u00edrculo de amigos e conhecidos, que muitas vezes se mudaram com eles. O casal dedicou seu tempo para escrever, ler, aprender, explorar e socializar. A aventura italiana, contudo, acabou para Mary Shelley com a morte de seus filhos &#8211; Clara, em setembro de 1818 em Veneza, e William, em junho de 1819 em Roma.<sup id=\"cite_ref-74\" class=\"reference\"><span>[<\/span>66<span>]<\/span><\/sup> Estas perdas a deixaram em uma depress\u00e3o profunda que a isolava de Percy Shelley,<sup id=\"cite_ref-76\" class=\"reference\"><span>[<\/span>67<span>]<\/span><\/sup> que escreveu em seu caderno:<\/p>\n<p>Por um tempo, Mary Shelley s\u00f3 encontrou conforto na sua escrita. O nascimento de seu quarto filho, Percy Floren\u00e7a, em 12 de Novembro de 1819, finalmente, levantou seu \u00e2nimo,<sup id=\"cite_ref-79\" class=\"reference\"><span>[<\/span>70<span>]<\/span><\/sup> apesar dela alimentar a mem\u00f3ria dos filhos perdidos at\u00e9 o fim de sua vida.<\/p>\n<p>It\u00e1lia proporcionou para os Shelley, Byron, e outros exilados a liberdade pol\u00edtica inating\u00edvel em casa. Apesar de suas associa\u00e7\u00f5es com a perda pessoal, a It\u00e1lia tornou-se para Mary Shelley &#8220;um pa\u00eds que a mem\u00f3ria pintou como um para\u00edso&#8221;. Seus anos italianos foram tempos de atividade intelectual e criativa intensa, para os Shelleys. Enquanto Percy comp\u00f4s uma s\u00e9rie de poemas importantes, Mary escreveu o romance autobiogr\u00e1fico <i>Mathilda<\/i>, o romance hist\u00f3rico <i>Valperga<\/i>, e as pe\u00e7as <i>Proserpine<\/i> e <i>Midas<\/i>. Mary escreveu <i>Valperga<\/i> para ajudar a aliviar as dificuldades financeiras de seu pai, j\u00e1 que Percy se recusou a ajud\u00e1-lo ainda mais.<sup id=\"cite_ref-82\" class=\"reference\"><span>[<\/span>73<span>]<\/span><\/sup> No entanto, ela estivera fisicamente doente muitas vezes, e propensa a depress\u00f5es. Ela tamb\u00e9m teve de lidar com o interesse de Percy em outras mulheres, como Sophia Stacey, Emilia Viviani, e Jane Williams. Desde que Mary Shelley compartilhou de sua cren\u00e7a na n\u00e3o-exclusividade realize casamento, formou la\u00e7os emocionais entre os homens e as mulheres de seu pr\u00f3prio c\u00edrculo. Tornou-se particularmente afei\u00e7oada ao revolucion\u00e1rio grego Pr\u00edncipe Alexander Mavrocordatos e a Jane e Edward Williams.<sup id=\"cite_ref-84\" class=\"reference\"><span>[<\/span>75<span>]<\/span><\/sup> <\/p>\n<p>Em dezembro de 1818, os Shelleys viajaram para o sul com Claire Clairmont e seus agentes para N\u00e1poles, onde permaneceram durante tr\u00eas meses, recebendo apenas um visitante, um m\u00e9dico. Em 1820, eles se viram atormentados por acusa\u00e7\u00f5es e amea\u00e7as de Paolo e Foggi Elise, ex-funcion\u00e1rios que Percy Shelley havia demitido em N\u00e1poles, logo ap\u00f3s os Foggis terem se casado.<sup id=\"cite_ref-87\" class=\"reference\"><span>[<\/span>77<span>]<\/span><\/sup> A dupla apareceu em 27 de fevereiro de 1819 em N\u00e1poles, onde Percy Shelley registrou como sua filha e de Mary Shelley a menina de dois meses de idade chamada Elena Adelaide Shelley. Os Foggis alegaram que Claire Clairmont epoch a m\u00e3e realize beb\u00ea.<sup id=\"cite_ref-89\" class=\"reference\"><span>[<\/span>79<span>]<\/span><\/sup> Bi\u00f3grafos t\u00eam oferecido v\u00e1rias interpreta\u00e7\u00f5es destes eventos: Percy Shelley, havia decidido adotar uma crian\u00e7a, que o beb\u00ea era seu e de Elise, Claire, ou uma mulher desconhecida, ou que ela mature de Elise e Byron. <sup id=\"cite_ref-91\" class=\"reference\"><span>[<\/span>nota 11<span>]<\/span><\/sup> Mary Shelley insistiu que ela tinha conhecimento de que Claire tinha ficado gr\u00e1vida, mas n\u00e3o est\u00e1 claro o quanto ela realmente sabia. Os acontecimentos em N\u00e1poles, uma cidade que Mary Shelley posteriormente chamou de um para\u00edso habitado por dem\u00f4nios,<sup id=\"cite_ref-Seymour,_221_93-0\" class=\"reference\"><span>[<\/span>82<span>]<\/span><\/sup> permanecem envoltos em mist\u00e9rio.  A \u00fanica certeza \u00e9 que ela mesma n\u00e3o period a m\u00e3e da crian\u00e7a. <sup id=\"cite_ref-Seymour,_221_93-1\" class=\"reference\"><span>[<\/span>82<span>]<\/span><\/sup> Elena Adelaide Shelley morreu em N\u00e1poles, em 9 de junho de 1820.<\/p>\n<p>No ver\u00e3o de 1822, uma Mary gr\u00e1vida mudou-se com Percy, Claire, e Jane e Edward Williams para a isolada Villa Magni, na beira do mar, perto do povoado de San Terenzo na Ba\u00eda de Lerici. Depois que eles se instalaram, Percy deu a not\u00edcia para Claire que sua filha Allegra morreu de tifo em um convento em Bagnacavallo. Mary Shelley estava distra\u00edda e infeliz na limitada e remota Villa Magni, que veio a considerar como uma masmorra.<sup id=\"cite_ref-97\" class=\"reference\"><span>[<\/span>85<span>]<\/span><\/sup> Em 16 de junho, ela abortou, perdendo tanto sangue que quase morreu. Ao inv\u00e9s de esperar por um m\u00e9dico, Percy colocou-a em um banho de gelo para estancar o sangramento, um ato que o m\u00e9dico mais tarde disse-lhe que salvou a vida dela. Entretanto, nem tudo estava bem entre o casal naquele ver\u00e3o e Percy passou mais tempo com Jane Williams pull off que com sua esposa deprimida e debilitada.<sup id=\"cite_ref-99\" class=\"reference\"><span>[<\/span>87<span>]<\/span><\/sup> A maioria dos poemas curtos que Shelley escreveu em San Terenzo foram dirigidas a Jane, em vez de Maria.<\/p>\n<p>A costa ofereceu a Percy Shelley e Edward Williams a unintended de desfrutar do seu brinquedo &#8220;perfeito para o ver\u00e3o&#8221;, um novo barco \u00e0 vela. O barco tinha sido projetado por Daniel Roberts e Edward Trelawny, um admirador de Byron, que aderiu ao partido em janeiro de 1822.<sup id=\"cite_ref-101\" class=\"reference\"><span>[<\/span>89<span>]<\/span><\/sup> Em 1 de Julho de 1822, Percy Shelley, Edward Williams, e o capit\u00e3o Daniel Roberts partiram para o sul da costa de Livorno. L\u00e1 Percy Shelley teria discutido com Byron e Hunt Leigh o lan\u00e7amento de uma revista radical chamada <i>The Liberal<\/i>. Em 8 de julho, ele e Edward Williams fizeram a viagem de regresso a Lerici juntamente com o marinheiro de dezoito anos de idade, Charles Vivian.<sup id=\"cite_ref-103\" class=\"reference\"><span>[<\/span>91<span>]<\/span><\/sup> Eles nunca chegaram ao seu destino. Uma carta de Hunt para Percy Shelley chegou a Villa Magni, datada de 8 de julho, dizendo: &#8220;Rogo que escreva para nos dizer como voc\u00ea chegou em casa, pois disseram que voc\u00ea enfrentou mau tempo depois que partiu na segunda-feira e estamos ansiosos&#8221;. &#8220;Eu ca\u00ed em mim&#8221;, Mary falou para um amigo mais tarde. &#8220;Eu tremia toda&#8221;.<sup id=\"cite_ref-105\" class=\"reference\"><span>[<\/span>93<span>]<\/span><\/sup> Ela e Jane Williams correram desesperadamente para Livorno e, em seguida, a Pisa, na esperan\u00e7a de que seus maridos ainda estivessem vivos. Dez dias ap\u00f3s a tempestade, tr\u00eas corpos apareceram na costa perto de Viareggio, a meio caminho entre Livorno e Lerici.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a morte de seu marido, Mary Shelley viveu por um ano, com Leigh Hunt e sua fam\u00edlia em G\u00eanova, onde muitas vezes ela viu Byron e transcreveu seus poemas. Ela resolveu viver de seus escritos e para seu filho, mas sua situa\u00e7\u00e3o financeira become old prec\u00e1ria. Em 23 de Julho de 1823, ela deixou G\u00eanova pela Inglaterra e ficou com o pai e a madrasta na rua Strand at\u00e9 que com uma pequena ajuda de seu sogro, permitiu-lhe ficar nas proximidades. Sir Timothy Shelley havia inicialmente concordado em apoiar o seu neto, Percy Florence, somente se ele fosse entregue a um tutor designado, mas Mary Shelley rejeitou essa ideia imediatamente.<sup id=\"cite_ref-109\" class=\"reference\"><span>[<\/span>97<span>]<\/span><\/sup> Ela conseguiu, de Sir Timothy um subs\u00eddio anual (que ela teria que pagar quando Percy Florence herdasse o imobili\u00e1rio), mas at\u00e9 o fim de seus dias ele se recusou a conhec\u00ea-la pessoalmente e tratou com ela somente atrav\u00e9s de advogados. Mary Shelley se ocupou com a edi\u00e7\u00e3o de poemas de seu marido, entre outros empreendimentos liter\u00e1rios, mas a preocupa\u00e7\u00e3o por seu filho restringia suas op\u00e7\u00f5es. Sir Timothy amea\u00e7ou parar o subs\u00eddio eventual se qualquer biografia reach poeta fosse publicada. Em 1826, Percy Florence tornou-se o herdeiro legitimate da propriedade Shelley ap\u00f3s a morte de Charles Shelley, filho de seu pai e Harriet Shelley. Sir Timothy aumentou o subs\u00eddio de Mary de \u00a3 100 por ano para \u00a3 250, mas manteve-se dif\u00edcil como sempre.<sup id=\"cite_ref-111\" class=\"reference\"><span>[<\/span>99<span>]<\/span><\/sup> Mary Shelley gostava do c\u00edrculo social de William Godwin, mas a pobreza impedia a socializa\u00e7\u00e3o que ela desejava. Ela tamb\u00e9m se sentia marginalizada por aqueles que, como Sir Timothy, ainda desaprovava seu relacionamento com Percy Bysshe Shelley.<\/p>\n<p>No ver\u00e3o de 1824, Mary Shelley mudou-se para Kentish Town no norte de Londres para ficar perto de Jane Williams. Ela pode ter sido, nas palavras de seu bi\u00f3grafo Muriel Spark, &#8220;apaixonado-se&#8221;, por Jane. Jane mais tarde desiludiu-se por causa de uma fofoca que Percy tinham preferido ela a Mary, devido a inadequa\u00e7\u00e3o de Mary como esposa. Nessa \u00e9poca, Mary Shelley estava trabalhando em seu romance, <i>The Last Man<\/i> (1826), e ela ajudou a uma s\u00e9rie de amigos que estavam escrevendo mem\u00f3rias de Byron e Percy Shelley &#8211; os prim\u00f3rdios da sua tentativa de imortalizar seu marido.<sup id=\"cite_ref-114\" class=\"reference\"><span>[<\/span>102<span>]<\/span><\/sup> Ela tamb\u00e9m conheceu o ator norte-americano John Howard Payne e o escritor norte-americano Washington Irving, que a intrigou. Payne se apaixonou por ela e, em 1826, pediu-a em casamento. Ela recusou, dizendo que depois de ter sido casada com um g\u00eanio, ela s\u00f3 poderia casar com outro. Payne aceitou a recusa e tentou, sem sucesso, falar com seu amigo Irving. Mary Shelley tinha conhecimento realize plano de Payne, mas se ela levou a s\u00e9rio, \u00e9 incerto.<sup id=\"cite_ref-116\" class=\"reference\"><span>[<\/span>104<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Em 1827, Mary Shelley foi parte de um esquema que permitiu que a amiga Isabel Rodrigues e a amante de Isabel, Mary Diana Dods, que escrevia sob o nome de David Lyndsay, embarcassem para uma vida a dois na Fran\u00e7a como homem e mulher. <sup id=\"cite_ref-119\" class=\"reference\"><span>[<\/span>nota 13<span>]<\/span><\/sup> Com a ajuda de Payne, a quem ela manteve sem saber os detalhes, Mary Shelley obteve os passaportes falsos para o casal. Em 1828, ela ficou doente com var\u00edola, enquanto visitava-os em Paris. Semanas depois ela se recuperou, ilesa, mas sem sua beleza jovial.<sup id=\"cite_ref-121\" class=\"reference\"><span>[<\/span>108<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Durante o per\u00edodo de 1827-40, Mary Shelley ficou ocupada como editora e escritora. Ela escreveu os romances <i>Perkin Warbeck<\/i> (1830), <i>Lodore<\/i> (1835) e <i>Falkner<\/i> (1837). Ela contribuiu com cinco volumes de <i>Lives<\/i> de autores espanh\u00f3is, italianos, portugueses, franceses e autores de Lardner&#8217;s. Ela tamb\u00e9m escreveu hist\u00f3rias para revistas de senhoras. Ela ainda estava ajudando a seu pai, e procurou editores para si e para ele. Em 1830, ela vendeu os direitos de autoria para uma nova edi\u00e7\u00e3o de <i>Frankenstein<\/i> por \u00a3 60 a Henry Richard Colburn e Bentley para a sua nova s\u00e9rie de Romances Standard.<sup id=\"cite_ref-123\" class=\"reference\"><span>[<\/span>110<span>]<\/span><\/sup> Ap\u00f3s a morte de seu pai em 1836 com oitenta anos, come\u00e7ou a organizar suas cartas e um livro de mem\u00f3rias para publica\u00e7\u00e3o, como ele havia pedido em seu testamento, mas ap\u00f3s dois anos de trabalho, ela abandonou o projeto. Durante esse per\u00edodo, ela tamb\u00e9m defendeu a poesia de Percy Shelley, promovendo a sua publica\u00e7\u00e3o e citando-o em sua escrita. Em 1837, as obras de Percy eram bem conhecidas e cada vez mais admiradas.<sup id=\"cite_ref-125\" class=\"reference\"><span>[<\/span>112<span>]<\/span><\/sup> No ver\u00e3o de 1838, Edward Moxon, o editor de Tennyson e accomplish genro de Charles Lamb, prop\u00f4s a publica\u00e7\u00e3o das obras completas de Percy Shelley. Mary recebeu \u00a3500 para editar as <i>Obras Po\u00e9ticas<\/i> (1838), que Sir Timothy insistiu que n\u00e3o deveria incluir uma biografia. Mary encontrou uma maneira de contar a hist\u00f3ria de vida de Percy, no entanto: ela incluiu extensas notas biogr\u00e1ficas sobre os poemas.<\/p>\n<p>Mary Shelley continuava a tratar potenciais parceiros rom\u00e2nticos com cautela. Em 1828, ela conheceu e flertou com o escritor franc\u00eas Prosper M\u00e9rim\u00e9e, mas em sua \u00fanica carta a ele parece ser uma negativa a declara\u00e7\u00e3o de amor dele. Ela ficou encantada quando seu velho amigo da It\u00e1lia, Edward Trelawny, voltou para a Inglaterra, e brincou sobre o casamento nas suas cartas.<sup id=\"cite_ref-128\" class=\"reference\"><span>[<\/span>115<span>]<\/span><\/sup> A amizade tinha mudado, no entanto, ap\u00f3s sua recusa em cooperar com a sua biografia proposta de Percy Shelley, e mais tarde ele reagiu com irrita\u00e7\u00e3o \u00e0 sua omiss\u00e3o da se\u00e7\u00e3o ate\u00edsta <i>Queen Mab<\/i> dos poemas de Percy Shelley. Refer\u00eancias indiretas em seus di\u00e1rios, a partir da d\u00e9cada de 1830 at\u00e9 in\u00edcio dos anos 1840, sugerem que Mary Shelley tinha sentimentos para o pol\u00edtico advocate Aubrey Beauclerk, que pode t\u00ea-la decepcionado por duas vezes ao se casar com outras.<sup id=\"cite_ref-130\" class=\"reference\"><span>[<\/span>117<span>]<\/span><\/sup> <\/p>\n<p>A primeira preocupa\u00e7\u00e3o de Mary Shelley, durante esses anos, foi com o bem-estar de Percy Florence. Ela honrou a vontade de seu falecido marido de que o filho frequentasse escolas p\u00fablicas, e, com a ajuda relutante de Sir Timothy, ele foi educado emHarrow. Para evitar as taxas de embarque, ela se mudou para Harrow, para que Percy pudesse estudar diariamente. Embora Percy tivesse passado para Trinity College, em Cambridge, e interessado-se por pol\u00edtica e lei, ele n\u00e3o mostrou nenhum sinal dos dons de seus pais.<sup id=\"cite_ref-133\" class=\"reference\"><span>[<\/span>119<span>]<\/span><\/sup> Ele se dedicou \u00e0 sua m\u00e3e, e depois que saiu da universidade em 1841, chegou a morar com ela.<\/p>\n<p>Em 1840 e 1842, m\u00e3e e filho viajaram juntos ao continente, as viagens que Mary Shelley gravou em <i>Andan\u00e7as na Alemanha e na It\u00e1lia em 1840, 1842 e 1843<\/i> (1844). Em 1844, Sir Timothy Shelley finalmente morreu aos noventa anos, &#8220;caindo da haste como uma flor exagerada&#8221;, como Mary colocou.<sup id=\"cite_ref-135\" class=\"reference\"><span>[<\/span>121<span>]<\/span><\/sup> Pela primeira vez, ela e seu filho foram independentes financeiramente, ainda que a propriedade fosse menos valiosa realize que eles esperavam.<\/p>\n<p>Em meados da d\u00e9cada de 1840, Mary Shelley foi alvo de tr\u00eas chantagistas. Em 1845, um exilado pol\u00edtico italiano chamado Gatteschi, a quem ela havia conhecido em Paris, amea\u00e7ou publicar cartas que ela lhe tinha enviado. Um amigo de seu filho subornou um delegado de pol\u00edcia para apreender documentos de Gatteschi, incluindo as cartas que ent\u00e3o foram destru\u00eddas. Pouco tempo depois, Mary Shelley comprou algumas cartas escritas por ela e Percy Bysshe Shelley de um homem que se chama Byron G. e posou como o filho ileg\u00edtimo reach falecido Lord Byron.<sup id=\"cite_ref-139\" class=\"reference\"><span>[<\/span>125<span>]<\/span><\/sup> Tamb\u00e9m em 1845, o primo de Percy Bysshe Shelley, Thomas Medwin, aproximou dela alegando ter escrito uma biografia prejudicial de Percy Shelley. Ele disse que n\u00e3o publicaria em troca de \u00a3250, mas Mary Shelley recusou-se.<sup id=\"cite_ref-141\" class=\"reference\"><span>[<\/span>nota 15<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Em 1848, Percy Florence casou-se com Jane Gibson St John. O casamento foi um sucesso e Mary Shelley e Jane se encontraram. Mary viveu com seu filho e sua nora em Field Place, Sussex, a casa ancestral dos Shelleys, e em Chester Square, Londres, e os acompanhou em viagens ao exterior.<\/p>\n<p>Os \u00faltimos anos de Mary Shelley foram afetados pela doen\u00e7a. Desde 1839, ela sofreu de dores de cabe\u00e7a e ataques de paralisia em partes do seu corpo, que por vezes impedia de ler e escrever. Em fevereiro de 1851, em Chester Square, ela morreu com cinquenta e tr\u00eas anos, com a suspeita de seu m\u00e9dico de um tumor cerebral. De acordo com Jane Shelley, Mary Shelley queria ser enterrada com sua m\u00e3e e seu pai; mas Percy e Jane, julgaram o cemit\u00e9rio de St Pancras &#8220;terr\u00edvel&#8221;, e preferiram enterr\u00e1-la em St Peter&#8217;s Church, Bournemouth, pr\u00f3ximo a sua nova resid\u00eancia em Boscombe.<sup id=\"cite_ref-144\" class=\"reference\"><span>[<\/span>129<span>]<\/span><\/sup> No anivers\u00e1rio de um ano de sua morte, os Shelleys abriram sua escrivaninha e dentro dela encontraram mechas de cabelos de seus filhos mortos, um caderno que ela compartilhava com Percy Bysshe Shelley, e uma c\u00f3pia de seu poema <i>Adonais<\/i> com uma p\u00e1gina dobrada em volta de uma peda\u00e7o de seda contendo algumas de suas cinzas e os restos accomplish seu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mary Shelley viveu uma vida liter\u00e1ria. Seu pai a incentivou a aprender a escrever atrav\u00e9s da escrita de cartas, e sua ocupa\u00e7\u00e3o favorita quando crian\u00e7a mature escrever hist\u00f3rias.<sup id=\"cite_ref-146\" class=\"reference\"><span>[<\/span>131<span>]<\/span><\/sup> Infelizmente, toda a juventude de Mary foi perdida quando ela fugiu com Percy, em 1814, e nenhum de seus manuscritos sobreviventes eram de datas anteriores a esse ano. Seu primeiro trabalho publicado \u00e9, ou se julga ter sido, <i>Mounseer Nongtongpaw<\/i>,<sup id=\"cite_ref-148\" class=\"reference\"><span>[<\/span>133<span>]<\/span><\/sup> versos c\u00f4micos escritos para a <i>Biblioteca Juvenil Godwin<\/i> quando ela tinha dez anos e meio, no entanto, o poema \u00e9 atribu\u00eddo a um outro escritor na mais recente cole\u00e7\u00e3o autorizada de suas obras. Percy Shelley entusiasticamente incentivou Mary Shelley a escrever: &#8220;Meu marido sempre foi muito ansioso para que provasse ser digna da minha filia\u00e7\u00e3o, e assim ter meu nome inscrito na p\u00e1gina da fama. Estava sempre incitando-me para obter reputa\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria &#8220;.<sup id=\"cite_ref-150\" class=\"reference\"><span>[<\/span>135<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Algumas partes dos romances de Mary Shelley, muitas vezes s\u00e3o interpretados como passagens mascaradas da sua vida. Cr\u00edticos apontam para a recorr\u00eancia realize motivo pai-filha, em especial, como prova deste estilo autobiogr\u00e1fico. Por exemplo, os cr\u00edticos frequentemente leram <i>Mathilda<\/i> (1820) como autobiogr\u00e1fica, identificando os tr\u00eas personagens centrais como vers\u00f5es de Mary Shelley, William Godwin, e Percy Shelley.<sup id=\"cite_ref-152\" class=\"reference\"><span>[<\/span>137<span>]<\/span><\/sup> Mary Shelley confidenciou que ela inspirou os personagens centrais de <i>The Last Man<\/i> em seu c\u00edrculo italiano. Lord Raymond, que deixa a Inglaterra para lutar com os gregos e morre em Constantinopla, \u00e9 baseado em Lord Byron e o ut\u00f3pico Adrian, Conde de Windsor, que leva seus seguidores em busca de um para\u00edso natural e morre quando afunda o seu barco em uma tempestade, \u00e9 um retrato ficcional de Percy Bysshe Shelley. No entanto, como ela escreveu em sua resenha get livro de Godwin, <i>Cloudesley<\/i> (1830), ela n\u00e3o acreditava que os autores &#8220;eram apenas c\u00f3pias de de seus pr\u00f3prios cora\u00e7\u00f5es&#8221;.<sup id=\"cite_ref-154\" class=\"reference\"><span>[<\/span>139<span>]<\/span><\/sup> William Godwin foi referido como personagem de sua filha mais como tipos ao inv\u00e9s de retratos da vida real. Alguns cr\u00edticos modernos, como Patricia Clemit e Jane Blumberg, tomaram a mesma opini\u00e3o, persistindo em leituras de obras de Mary Shelley como autobiogr\u00e1ficas..<sup id=\"cite_ref-156\" class=\"reference\"><span>[<\/span>141<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Mary Shelley empregava t\u00e9cnicas de diferentes g\u00eaneros de romances, mais intensamente o romance <i>godwiniano<\/i>, o romance hist\u00f3rico de Walter Scott, e o romance g\u00f3tico. O romance godwiniano, feito popularmente durante a d\u00e9cada de 1790 com as obras de Godwin, <i>Caleb Williams<\/i> (1794), &#8220;empregava uma forma confessional rousseauniana para explorar as rela\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias entre o indiv\u00edduo e a sociedade&#8221;, e <i>Frankenstein<\/i> exibe muitos dos mesmos temas e recursos liter\u00e1rios dos romances de Godwin.<sup id=\"cite_ref-159\" class=\"reference\"><span>[<\/span>144<span>]<\/span><\/sup> No entanto, Shelley critica os ideais get Iluminismo que Godwin promove em suas obras. Em <i>The Last Man<\/i>, ela usa a forma filos\u00f3fica accomplish romance godwiniano para demonstrar a insignific\u00e2ncia reach mundo.<sup id=\"cite_ref-161\" class=\"reference\"><span>[<\/span>146<span>]<\/span><\/sup> Enquanto romances godwinianos anteriores tinham mostrado como indiv\u00edduos racionais poderiam melhorar lentamente sociedade, <i>The Last Man<\/i> e <i>Frankenstein<\/i> demonstram aus\u00eancia attain indiv\u00edduo no controle sobre a hist\u00f3ria. Shelley usa o romance hist\u00f3rico para comentar sobre as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, por exemplo, <i>Valperga<\/i> \u00e9 uma vers\u00e3o feminista get g\u00eanero machista de Scott.<sup id=\"cite_ref-163\" class=\"reference\"><span>[<\/span>148<span>]<\/span><\/sup> Apresentando as mulheres na hist\u00f3ria que n\u00e3o fazem parte complete registro hist\u00f3rico, Shelley utiliza suas narrativas para questionar institui\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas e pol\u00edticas. Shelley marca a gan\u00e2ncia compulsiva get protagonista masculino para a conquista, em oposi\u00e7\u00e3o a uma alternativa feminina: raz\u00e3o e sensibilidade.<sup id=\"cite_ref-165\" class=\"reference\"><span>[<\/span>150<span>]<\/span><\/sup> Em <i>Perkin Warbeck<\/i>, outro romance hist\u00f3rico de Shelley, Lady Gordon defende os valores da amizade, da vida dom\u00e9stica e igualdade para todos. Atrav\u00e9s dessa mulher, Shelley oferece uma alternativa feminina \u00e0 pol\u00edtica realize poder masculino que destr\u00f3i os personagens get sexo masculino. O romance apresenta uma narrativa hist\u00f3rica mais abrangente de modo a desafiar aquela que geralmente refere-se apenas aos eventos masculinos.<\/p>\n<p>Com a ascens\u00e3o da cr\u00edtica liter\u00e1ria feminista nos anos 1970, as obras de Mary Shelley, especialmente <i>Frankenstein<\/i>, come\u00e7aram a atrair muito mais aten\u00e7\u00e3o de acad\u00eamicos. Cr\u00edticas feministas e psicanalistas foram, em grande parte, respons\u00e1veis pela redescoberta de Shelley como escritora. Ellen Moers foi uma das primeiras a afirmar que a perda de seu beb\u00ea foi uma influ\u00eancia crucial para Shelley na escrita de <i>Frankenstein<\/i>.<sup id=\"cite_ref-169\" class=\"reference\"><span>[<\/span>154<span>]<\/span><\/sup> Ela argumenta que o romance \u00e9 um &#8220;mito de nascimento&#8221; no qual Shelley passa a entender a culpa que sentia por ter causado a morte de sua m\u00e3e bem como por falhar no papel de m\u00e3e. Na vis\u00e3o de Moer, \u00e9 uma hist\u00f3ria &#8220;sobre o que acontece quando um homem tenta ter um beb\u00ea sem uma mulher [&#8230;]; [<i>Frankenstein<\/i>] est\u00e1 profundamente interessado com modos naturais, em oposi\u00e7\u00e3o a modos n\u00e3o naturais, de produ\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o&#8221;.<sup id=\"cite_ref-171\" class=\"reference\"><span>[<\/span>156<span>]<\/span><\/sup> O fracasso de Viktor Frankenstein como &#8220;pai&#8221; no romance foi lido como uma express\u00e3o das ansiedades que acompanham a gravidez, o ato de dar \u00e0 luz e, especialmente, a maternidade.<\/p>\n<p>Sandra Gilbert e Susan Gubar argumentam em seu influente livro <i>The Madwoman in the Attic<\/i> (1979) que, especialmente em <i>Frankenstein<\/i>, Shelley respondeu \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria masculina representada pela obra <i>Para\u00edso Perdido<\/i>, de John Milton. Na interpreta\u00e7\u00e3o das autoras, Shelley reafirma esta tradi\u00e7\u00e3o masculina, incluindo a misoginia inerete a ela, mas, ao mesmo tempo, &#8220;esconde fantasias de igualdade que, ocasionalmente, explodem em imagens monstruosas de ira&#8221;. Mary Poovey l\u00ea a primeira edi\u00e7\u00e3o de <i>Frankenstein<\/i> como parte de um padr\u00e3o maior na escrita de Shelley, que se inicia com a auto-afirma\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria e termina com a feminilidade convencional.<sup id=\"cite_ref-174\" class=\"reference\"><span>[<\/span>159<span>]<\/span><\/sup> Poovey sugere que as narrativas m\u00faltiplas de <i>Frankenstein<\/i> permitem a Shelley dividir sua identidade art\u00edstica: ela pode &#8220;expressar-se e apagar-se ao mesmo tempo&#8221;. O medo de Shelley de se auto-afirmar reflete-se no destino de Frankenstein, que \u00e9 punido por seu egotismo ao perder todos os seus la\u00e7os dom\u00e9sticos.<sup id=\"cite_ref-176\" class=\"reference\"><span>[<\/span>161<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Cr\u00edticas feministas, via de regra, focam-se em como a autoria em si, especialmente a autoria feminina, esta representada tanto nos romances de Shelley quanto atrav\u00e9s deles. Como Anne K. Mellor, uma estudiosa de Shelley, explica, a autora usa o estilo g\u00f3tico n\u00e3o apenas para explorar o desejo sexual feminino reprimido,<sup id=\"cite_ref-178\" class=\"reference\"><span>[<\/span>163<span>]<\/span><\/sup> mas tamb\u00e9m para &#8220;censurar seu pr\u00f3prio discurso em <i>Frankenstein<\/i>&#8220;. De acordo com Poovey e Mellor, Shelley n\u00e3o quis promover sua pr\u00f3pria identidade autoral, sentia-se profundamente inadequada como escritora e &#8220;este pesar contribuiu para a gera\u00e7\u00e3o de suas imagens ficcionais de anormalidade, pervers\u00e3o e destrui\u00e7\u00e3o&#8221;.<sup id=\"cite_ref-180\" class=\"reference\"><span>[<\/span>165<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Os escritos de Shelley focam-se no papel da fam\u00edlia na sociedade e no papel da mulher dentro daquela fam\u00edlia. Ela celebra as &#8220;afei\u00e7\u00f5es femininas e a compaix\u00e3o&#8221; associadas \u00e0 fam\u00edlia e sugere que a sociedade civil ir\u00e1 ruir sem elas. Shelley era &#8220;profundamente comprometida com uma \u00e9tica da coopera\u00e7\u00e3o, depend\u00eancia m\u00fatua e abnega\u00e7\u00e3o&#8221;.<sup id=\"cite_ref-182\" class=\"reference\"><span>[<\/span>167<span>]<\/span><\/sup> Em <i>Lodore<\/i>, por exemplo, a hist\u00f3ria central segue as fortunas da esposa e filha reach personagem que d\u00e1 nome \u00e0 obra, Lord Lodore, que \u00e9 morto num duelo no fim accomplish primeiro volume, deixando um rastro de obst\u00e1culos legais, financeiros e familiares para as duas &#8220;hero\u00ednas&#8221; negociar. O romance compromete-se com quest\u00f5es pol\u00edticas e ideol\u00f3gicas, especialmente a educa\u00e7\u00e3o e o papel social das mulheres. Ele disseca uma cultura patriarcal que separou os sexos e pressionou mulheres a serem dependentes de homens. Na vis\u00e3o de Betty T. Bennett, outra estudiosa de Shelley, &#8220;o romance prop\u00f5e paradigmas educacionais igualit\u00e1rios para mulheres e homens, que trariam justi\u00e7a social assim como meios espirituais e intelectuais de enfrentar os desafios que a vida, invariavelmente, traz&#8221;.<sup id=\"cite_ref-184\" class=\"reference\"><span>[<\/span>169<span>]<\/span><\/sup> Contudo, <i>Falkner<\/i> \u00e9 o \u00fanico dos romances de Mary Shelley no qual a hero\u00edna triunfa. A resolu\u00e7\u00e3o do romance prop\u00f5e que, quando valores femininos triunfarem sobre a masculinidade violenta e destrutiva, os homens estar\u00e3o livres para expressar a &#8220;compaix\u00e3o, simpatia e generosidade&#8221; de suas melhores naturezas.<sup id=\"cite_ref-186\" class=\"reference\"><span>[<\/span>171<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p><i>Frankenstein<\/i>, assim como boa parte da literatura g\u00f3tica complete per\u00edodo, mistura um assunto beast e alienante com temas especulativos, que estimulam o pensamento. Ao inv\u00e9s de se focar nas reviravoltas realize enredo, o romance coloca em primeiro plano os conflitos mentais e morais accomplish protagonista, Viktor Frankenstein, e Shelley infunde o texto com seu estilo pr\u00f3prio de romantismo politizado, que criticava o individualismo e o egotismo complete romantismo tradicional.<sup id=\"cite_ref-188\" class=\"reference\"><span>[<\/span>173<span>]<\/span><\/sup> Viktor Frankenstein \u00e9 como Sat\u00e3 em <i>Para\u00edso Perdido<\/i>, e Prometeu: ele se rebela contra a tradi\u00e7\u00e3o; ele cria vida; e ele molda seu pr\u00f3prio destino. Estas caracter\u00edsticas n\u00e3o s\u00e3o retratadas positivamente; como Blumberg escreve, &#8220;sua ambi\u00e7\u00e3o implac\u00e1vel \u00e9 uma auto-ilus\u00e3o, vestida como busca pela verdade&#8221;. Ele deve abandonar sua fam\u00edlia para cumprir sua ambi\u00e7\u00e3o.<sup id=\"cite_ref-190\" class=\"reference\"><span>[<\/span>175<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Mary Shelley acreditava na ideia iluminista de que as pessoas eram capazes de melhorar a sociedade atrav\u00e9s attain exerc\u00edcio respons\u00e1vel accomplish poder pol\u00edtico, mas ela temia que o exerc\u00edcio irrespons\u00e1vel de poder levaria ao caos. Na pr\u00e1tica, seu trabalhos, em grande parte, criticam a maneira como pensadores do <span style=\"white-space:nowrap;\">s\u00e9culo XVIII<\/span> como seus pais acreditavam que tal mudan\u00e7a poderia ser provocada. A criatura em <i>Frankenstein<\/i>, por exemplo, l\u00ea livros associados a ideias radicais, mas a educa\u00e7\u00e3o que recebe deles \u00e9, em \u00faltima an\u00e1lise, in\u00fatil.<sup id=\"cite_ref-192\" class=\"reference\"><span>[<\/span>177<span>]<\/span><\/sup> As obras de Shelley revelam-na como menos otimista que Godwin e Wollstonecraft; ela carece de f\u00e9 na teoria de Godwin de que a humanidade poderia, eventualmente, ser aperfei\u00e7oada.<\/p>\n<p>Como a estudiosa liter\u00e1ria Kari Lokke escreve, <i>The Last Man<\/i>, mais get que <i>Frankenstein<\/i>, &#8220;em sua recusa de colocar a humanidade no centro complete universo, seu questionamento de nossa posi\u00e7\u00e3o privilegiada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 natureza [&#8230;] constitui um desafio profundo e prof\u00e9tico ao humanismo ocidental&#8221;. Especificamente, as alus\u00f5es de Mary Shelley ao que radicais acreditavam ser uma fracassada revolu\u00e7\u00e3o na Fran\u00e7a e \u00e0s respostas de Godwin, Wollstonecraft e Edmund Burke a ela, desafiam &#8220;a f\u00e9 do Iluminismo na inevitabilidade attain progresso atrav\u00e9s realize esfor\u00e7o coletivo&#8221;.<sup id=\"cite_ref-195\" class=\"reference\"><span>[<\/span>180<span>]<\/span><\/sup> Assim como em <i>Frankenstein<\/i>, Shelley &#8220;oferece um coment\u00e1rio profundamente desiludido acerca da become old das revolu\u00e7\u00f5es, que termina numa rejei\u00e7\u00e3o sum destes ideais pol\u00edticos iluministas, mas ela tamb\u00e9m rejeita a no\u00e7\u00e3o rom\u00e2ntica de que a imagina\u00e7\u00e3o po\u00e9tica ou liter\u00e1ria pode oferecer uma alternativa.<\/p>\n<p>At\u00e9 recentemente, cr\u00edticos citavam <i>Lodore<\/i> e <i>Falkner<\/i> como evid\u00eancia get conservadorismo crescente nas obras posteriores de Mary Shelley. Em 1984, Mary Poovey identificou, de maneira influente, o recuo das pol\u00edticas reformistas de Mary Shelley para dentro da &#8220;esfera separada&#8221; do dom\u00e9stico. Poovey sugeriu que Shelley escreveu <i>Falkner<\/i> para resolver sua resposta ambivalente \u00e0 combina\u00e7\u00e3o get radicalismo libertarista de seu pai com a insist\u00eancia severa de decoro social.<sup id=\"cite_ref-198\" class=\"reference\"><span>[<\/span>183<span>]<\/span><\/sup> Mellor concordou em grande parte, argumentando que &#8220;Mary Shelley fundamentou sua ideologia pol\u00edtica alternativa na met\u00e1fora da fam\u00edlia burguesa pac\u00edfica e amorosa. Assim, ela apoiou, implicitamente, uma vis\u00e3o conservadora de reforma gradual e progressiva&#8221;. Esta vis\u00e3o permitiu que mulheres participassem da esfera p\u00fablica, mas herdou as desigualdades inerentes \u00e0 fam\u00edlia burguesa.<sup id=\"cite_ref-200\" class=\"reference\"><span>[<\/span>185<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Contudo, por volta da \u00faltima d\u00e9cada, esta vis\u00e3o foi desafiada. Por exemplo, Bennett afirma que as obras de Mary Shelley revelam um compromisso consistente com o idealismo rom\u00e2ntico e a reforma pol\u00edtica e o estudo dos primeiros romances de Shelley feito por Jane Blumberg argumenta que a carreira da escritora n\u00e3o pode ser dividida facilmente em metades radicais e conservadoras. Ela alega que &#8220;Shelley nunca foi uma protester ardorosa como seu marido e seu estilo de vida posterior n\u00e3o foi assumido abruptamente, nem foi uma trai\u00e7\u00e3o. Ela estava, na verdade, desafiando as influ\u00eancias pol\u00edticas e liter\u00e1rias de seu c\u00edrculo em seu primeiro trabalho&#8221;.<sup id=\"cite_ref-202\" class=\"reference\"><span>[<\/span>187<span>]<\/span><\/sup> Nesta leitura, as obras iniciais de Shelley s\u00e3o interpretadas como um desafio ao radicalismo de Godwin e Percy Bysshe Shelley. A &#8220;rejei\u00e7\u00e3o negligente da fam\u00edlia&#8221; de Viktor Frankenstein, por exemplo, \u00e9 vista como evid\u00eancia da preocupa\u00e7\u00e3o constante de Shelley pelo dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>Nos anos 1820 e 1830, Mary Shelley escreveu contos para <i>gift books<\/i> ou anuais, incluindo dezesseis para <i>The Keepsake<\/i>, cujo p\u00fablico eram mulheres de classe m\u00e9dia e cujas edi\u00e7\u00f5es eram encadernadas em seda, com bordas douradas nas p\u00e1ginas. Os trabalhos de Mary Shelley neste g\u00eanero foram descritos como os de uma &#8220;escritora de aluguel&#8221; e &#8220;prolixos e banais&#8221;.<sup id=\"cite_ref-206\" class=\"reference\"><span>[<\/span>191<span>]<\/span><\/sup> Contudo, a cr\u00edtica Charlotte Sussman salienta que outros dos escritores principais da \u00e9poca, como os poetas rom\u00e2nticos William Wordsworth e Samuel Taylor Coleridge tamb\u00e9m se aproveitaram deste mercado lucrativo. Ela explica que &#8220;os anuais eram um grande modo de produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria nos anos 1820 e 1830&#8221;, sendo <i>The Keepsake<\/i> o mais bem-sucedido.<\/p>\n<p>Muitos dos contos de Shelley se passam em lugares ou \u00e9pocas bem distantes da Gr\u00e3-Bretanha pull off in\u00edcio do <span style=\"white-space:nowrap;\">s\u00e9culo XIX<\/span>, como a Gr\u00e9cia ou o reinado de Henrique IV de Fran\u00e7a. Shelley se interessava, especialmente, pela &#8220;fragilidade da identidade individual&#8221; e, ami\u00fade, retratava &#8220;a maneira como o papel de uma pessoa no mundo pode ser cataclismicamente alterado por um transtorno emocional interno ou por alguma ocorr\u00eancia sobrenatural que espelha um cisma interior&#8221;. Em seus contos, a identidade feminina est\u00e1 atada ao valor ef\u00eamero de uma mulher no mercado accomplish casamento, enquanto que a identidade masculina pode ser mantida e transformada atrav\u00e9s reach uso get dinheiro.<sup id=\"cite_ref-209\" class=\"reference\"><span>[<\/span>194<span>]<\/span><\/sup> Embora Mary Shelley tenha escrito vinte e um contos para anuais entre 1823 e 1839, ela sempre viu a si mesma, acima de tudo, como uma romancista. Ela escreveu a Leigh Hunt, &#8220;Escrevo artigos ruins que ajudam e me deixar infeliz \u2014 mas vou mergulhar num romance e ter esperan\u00e7a de que suas \u00e1guas claras lavar\u00e3o a lama das revistas&#8221;.<\/p>\n<p>Quando fugiram para a Fran\u00e7a no ver\u00e3o de 1814, Mary Godwin e Percy Shelley iniciaram um di\u00e1rio em conjunto, que publicaram em 1817 sob o t\u00edtulo de <i>Hist\u00f3ria de uma Turn\u00ea de Seis Semanas<\/i> (<i>History of a Six Weeks&#8217; Tour<\/i>), incluindo quatro cartas, duas de cada um, baseadas em sua visita \u00e0 Genebra em 1816, junto com o poema &#8220;Mont Blanc&#8221; de Percy Shelley. O trabalho celebra o amor juvenil e o idealismo pol\u00edtico e segue, conscientemente, o exemplo de Mary Wollstonecraft e outros que haviam combinado os atos de viajar e de escrever.<sup id=\"cite_ref-212\" class=\"reference\"><span>[<\/span>197<span>]<\/span><\/sup> A perspectiva da <i>Hist\u00f3ria<\/i> \u00e9 filos\u00f3fica e reformista, diferentemente daquela de um di\u00e1rio de viagem convencional; em especial, aborda os efeitos da pol\u00edtica e da guerra na Fran\u00e7a. As cartas que o casal escreveu na segunda viagem confrontam os &#8220;grandes e extraordin\u00e1rios eventos&#8221; da derrota derradeira de Napole\u00e3o Bonaparte em Waterloo depois de seu Governo dos Cem Dias em 1815. Elas tamb\u00e9m exploram a sublimidade accomplish lago L\u00e9man e realize Monte Branco, bem como o legado revolucion\u00e1rio realize fil\u00f3sofo e romancista Jean-Jacques Rousseau.<sup id=\"cite_ref-214\" class=\"reference\"><span>[<\/span>199<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>O \u00faltimo livro de Mary Shelley, escrito na forma de cartas e publicado em 1844, foi <i>Caminhadas na Alemanha e It\u00e1lia em 1840, 1842 e 1843<\/i> (<i>Rambles in Germany and Italy in 1840, 1842 and 1843<\/i>), que registrou as viagens com seu filho Percy Florence e os amigos de universidade dele. Em <i>Caminhadas<\/i>, Shelley segue a tradi\u00e7\u00e3o de <i>Cartas Escritas na Su\u00e9cia, Noruega e Dinamarca<\/i> (<i>Letters Written in Sweden, Norway, and Denmark<\/i>), de Mary Wollstonecraft, e de sua pr\u00f3pria <i>Hist\u00f3ria de uma Turn\u00ea de Seis Semanas<\/i>, ao mapear sua paisagem pessoal e pol\u00edtica atrav\u00e9s get discurso da sensibilidade e simpatia. Para Shelley, construir conex\u00f5es solid\u00e1rias entre pessoas \u00e9 a maneira de construir a sociedade civil e aumentar o conhecimento: &#8220;conhecimento, para iluminar e liberar a mente accomplish apego a preconceitos sufocantes \u2014 um c\u00edrculo mais amplo de simpatia com nossos semelhantes; \u2014 estas s\u00e3o as utilidades de viajar&#8221;.<sup id=\"cite_ref-216\" class=\"reference\"><span>[<\/span>201<span>]<\/span><\/sup> Entre observa\u00e7\u00f5es sobre paisagem, cultura e &#8220;pessoas, especialmente sob um ponto de vista pol\u00edtico&#8221;, ela usa a forma attain di\u00e1rio de viagem para explorar seus pap\u00e9is como vi\u00fava e m\u00e3e e para refletir sobre o nacionalismo revolucion\u00e1rio na It\u00e1lia.<sup id=\"cite_ref-218\" class=\"reference\"><span>[<\/span>203<span>]<\/span><\/sup> Ela tamb\u00e9m registrou sua &#8220;peregrina\u00e7\u00e3o&#8221; a cenas associadas com Percy Shelley.<sup id=\"cite_ref-220\" class=\"reference\"><span>[<\/span>204<span>]<\/span><\/sup> De acordo com a cr\u00edtica Clarissa Orr, a ado\u00e7\u00e3o, por Mary Shelley, de uma identidade de maternidade filos\u00f3fica proporciona a <i>Caminhadas<\/i> a unidade de um poema em prosa, com &#8220;morte e mem\u00f3ria como temas centrais&#8221;. Ao mesmo tempo, Shelley defende uma posi\u00e7\u00e3o igualit\u00e1ria contra a monarquia, distin\u00e7\u00f5es de classe, escravid\u00e3o e guerra.<sup id=\"cite_ref-222\" class=\"reference\"><span>[<\/span>206<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Entre 1832 e 1839, Mary Shelley escreveu muitas biografias de importantes homens italianos, espanh\u00f3is, portugueses e franceses e de algumas mulheres para a cole\u00e7\u00e3o <i>Lives of the Most Eminent Literary and Scientific Men<\/i>, de Dionysius Lardner. Estas contribui\u00e7\u00f5es fizeram parte da <i>Cabinet Cyclopaedia<\/i>, uma das melhores de diversas s\u00e9ries complete tipo produzidas nos anos 1820 e 1830 em resposta \u00e0 demanda crescente da classe m\u00e9dia por auto-educa\u00e7\u00e3o. At\u00e9 a republica\u00e7\u00e3o destes ensaios em 2002, sua signific\u00e2ncia dentro do conjunto da obra de Shelley n\u00e3o havia sido reconhecida.<sup id=\"cite_ref-224\" class=\"reference\"><span>[<\/span>208<span>]<\/span><\/sup> Na vis\u00e3o attain estudioso Greg Kucich, eles revelam a &#8220;extraordin\u00e1ria pesquisa atravessando v\u00e1rios s\u00e9culos e m\u00faltiplas l\u00ednguas&#8221; feita por Mary Shelley, seu dom para a narrativa biogr\u00e1fica, e seu interesse nas &#8220;formas nascentes de historiografia feminista&#8221;.<sup id=\"cite_ref-226\" class=\"reference\"><span>[<\/span>209<span>]<\/span><\/sup> Shelley escreveu num estilo biogr\u00e1fico popularizado pelo cr\u00edtico Samuel Johnson em seu <i>Lives of the Poets<\/i> (1779\u201381), combinando fontes secund\u00e1rias, mem\u00f3rias e anedotas, e avalia\u00e7\u00e3o autoral. Ela registra detalhes da vida de cada escritor e personagem, cita seus escritos na l\u00edngua original e em tradu\u00e7\u00f5es, e termina com uma avalia\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de suas realiza\u00e7\u00f5es.<sup id=\"cite_ref-228\" class=\"reference\"><span>[<\/span>211<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Para Shelley, a escrita biogr\u00e1fica devia, em suas palavras, &#8220;formar uma escola na qual fosse poss\u00edvel estudar a filosofia da hist\u00f3ria&#8221;, e ensinar &#8220;li\u00e7\u00f5es&#8221;. Mais frequentemente e sobretudo, estas li\u00e7\u00f5es consistiam em cr\u00edticas \u00e0s institui\u00e7\u00f5es dominadas por homens como a primogenitura.<sup id=\"cite_ref-230\" class=\"reference\"><span>[<\/span>213<span>]<\/span><\/sup> Shelley enfatiza a domesticidade, o romance, a fam\u00edlia, a simpatia e a compaix\u00e3o na vida de seus biografados. Sua convic\u00e7\u00e3o de que tais for\u00e7as eram capazes de melhorar a sociedade conecta sua abordagem biogr\u00e1fica \u00e0 das primeiras historiadoras feministas, como Mary Hays e Anna Jameson. Ao contr\u00e1rio de seus romances, a maioria dos quais teve uma tiragem native de algumas centenas de c\u00f3pias, <i>Lives<\/i> teve uma tiragem de cerca de 4 000 c\u00f3pias para cada volume: assim, de acordo com Kucich, o uso feito por Mary Shelley da biografia &#8220;para avan\u00e7ar a agenda social da historiografia de mulheres tornou-se uma de suas mais influentes interven\u00e7\u00f5es pol\u00edticas&#8221;.<sup id=\"cite_ref-232\" class=\"reference\"><span>[<\/span>215<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Logo depois da morte de Percy Shelley, Mary Shelley determinou-se a escrever sua biografia. Numa carta de 17 de novembro de 1822, ela anunciou: &#8220;Escreverei sua vida \u2014 e, assim, me ocuparei da \u00fanica maneira pela qual posso obter consolo&#8221;. Contudo, seu sogro, Sir Timothy Shelley, a baniu, na pr\u00e1tica, de faz\u00ea-lo.<sup id=\"cite_ref-235\" class=\"reference\"><span>[<\/span>218<span>]<\/span><\/sup> Mary come\u00e7ou a promover a reputa\u00e7\u00e3o po\u00e9tica de Percy em 1824, com a publica\u00e7\u00e3o de seus <i>Poemas P\u00f3stumos<\/i>. Em 1839, enquanto estava trabalhando em <i>Lives<\/i>, ela preparou uma nova edi\u00e7\u00e3o das poesias de Shelley, que se tornou, nas palavras da estudiosa Susan Wolfson, &#8220;o evento canonizante&#8221; na hist\u00f3ria da reputa\u00e7\u00e3o de seu marido.<sup id=\"cite_ref-237\" class=\"reference\"><span>[<\/span>219<span>]<\/span><\/sup> No ano seguinte, Mary Shelley editou um volume dos ensaios, cartas, tradu\u00e7\u00f5es e fragmentos de Percy Shelley e, durante os anos 1830, ela apresentou sua poesia a um p\u00fablico mais amplo, publicando diversos trabalhos na revista <i>The Keepsake<\/i>.<\/p>\n<p>Evitando a proibi\u00e7\u00e3o de Sir Timothy a uma biografia, Mary Shelley frequentemente inclu\u00eda nestas edi\u00e7\u00f5es seus pr\u00f3prios coment\u00e1rios e reflex\u00f5es sobre a vida e obra de seu marido. &#8220;Tenho de justificar seu comportamento&#8221;, ela declarou em 1824; &#8220;Tenho de torn\u00e1-lo adorado para toda posteridade&#8221;.<sup id=\"cite_ref-240\" class=\"reference\"><span>[<\/span>222<span>]<\/span><\/sup> Foi este objetivo, argumenta Blumberg, que a levou a apresentar a obra de Percy ao p\u00fablico na &#8220;forma mais popular poss\u00edvel&#8221;. No intuito de adequar seus trabalhos a um p\u00fablico vitoriano, ela apresentou Percy Shelley como um poeta l\u00edrico ao inv\u00e9s de um poeta pol\u00edtico.<sup id=\"cite_ref-242\" class=\"reference\"><span>[<\/span>224<span>]<\/span><\/sup> Como escreve Mary Favret, &#8220;o incorp\u00f3reo Percy identifica o pr\u00f3prio esp\u00edrito da poesia&#8221;. Mary adornou o radicalismo pol\u00edtico de Percy como uma forma de sentimentalismo, argumentando que seu republicanismo surgiu de uma simpatia por aqueles que estavam sofrendo.<sup id=\"cite_ref-244\" class=\"reference\"><span>[<\/span>226<span>]<\/span><\/sup> Ela inseriu anedotas rom\u00e2nticas sobre a benevol\u00eancia, a domesticidade e o amor de seu marido pelo mundo natural. Retratando-se como a &#8220;musa pr\u00e1tica&#8221;, ela tamb\u00e9m apontou a maneira como havia sugerido revis\u00f5es enquanto ele escrevia.<\/p>\n<p>Apesar das emo\u00e7\u00f5es despertadas por esta tarefa, Mary Shelley se provou, em diversos aspectos, uma editora profissional e erudita. Trabalhando a partir dos cadernos confusos, por vezes indecifr\u00e1veis, de seu marido, ela tentou formar uma cronologia de seus escritos, e incluiu poemas, como <i>Epipsychidion<\/i>, dirigido a Emilia Viviani, que ela preferia ter omitido.<sup id=\"cite_ref-247\" class=\"reference\"><span>[<\/span>229<span>]<\/span><\/sup> Contudo, Mary Shelley foi for\u00e7ada a fazer diversas concess\u00f5es e, como observa Blumberg, &#8220;cr\u00edticos modernos encontraram falhas na edi\u00e7\u00e3o e afirmam, diversamente, que ela copiou errado, interpretou mal, ocultou propositadamente e tentou transformar o poeta em algo que n\u00e3o era&#8221;. De acordo com Wolfson, Donald Reiman, um editor moderno da obra de Percy Bysshe Shelley, ainda se remete \u00e0s edi\u00e7\u00f5es de Mary Shelley, embora reconhe\u00e7a que o estilo editorial da autora perten\u00e7a &#8220;a uma period de edi\u00e7\u00e3o cujo objetivo n\u00e3o times estabelecer textos precisos e aparato acad\u00eamico, mas apresentar um registro completo de uma carreira de escrita para o leitor em geral&#8221;.<sup id=\"cite_ref-249\" class=\"reference\"><span>[<\/span>231<span>]<\/span><\/sup> Em princ\u00edpio, Mary Shelley acreditava em publicar toda e qualquer palavra da obra de seu marido; mas ela se viu obrigada a omitir certas passagens, fosse por press\u00e3o de seu editor, Edward Moxon, ou em considera\u00e7\u00e3o \u00e0 dec\u00eancia p\u00fabica.<sup id=\"cite_ref-251\" class=\"reference\"><span>[<\/span>233<span>]<\/span><\/sup> Por exemplo, ela removeu passagens ate\u00edstas da primeira edi\u00e7\u00e3o de <i>Queen Mab<\/i>. Depois que ela restaurou as passagens na segunda edi\u00e7\u00e3o, Moxon foi julgado e condenado por cal\u00fania, embora tenha conseguido escapar da puni\u00e7\u00e3o. As omiss\u00f5es de Mary Shelley provocaram cr\u00edticas, muitas vezes mordazes, de membros get antigo c\u00edrculo de Percy Shelley,<sup id=\"cite_ref-253\" class=\"reference\"><span>[<\/span>235<span>]<\/span><\/sup> e cr\u00edticos acusaram-na de, entre outras coisas, inclus\u00f5es indiscriminadas. N\u00e3o obstante, suas notas permaneceram uma fonte essencial para o estudo da obra de Percy Shelley. Como explica Bennett, &#8220;bi\u00f3grafos e cr\u00edticos concordam que o compromisso de Mary Shelley em trazer \u00e0s obras de Shelley o reconhecimento que acreditava merecerem foi a principal for\u00e7a que estabeleceu a reputa\u00e7\u00e3o de Shelley durante um per\u00edodo no qual o poeta teria, quase certamente, desaparecido realize p\u00fablico&#8221;.<sup id=\"cite_ref-255\" class=\"reference\"><span>[<\/span>237<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Em vida, Mary Shelley foi levada a s\u00e9rio como escritora, embora cr\u00edticos, em geral, n\u00e3o tenham percebido o conte\u00fado pol\u00edtico de seus escritos. Depois de sua morte, contudo, ela foi lembrada como a esposa de Percy Bysshe Shelley e autora de <i>Frankenstein<\/i>. Com efeito, na introdu\u00e7\u00e3o de sua correspond\u00eancia publicada em 1945, o editor Frederick Jones escreveu, &#8220;uma cole\u00e7\u00e3o realize presente tamanho n\u00e3o poderia ser justificada pela qualidade geral das cartas ou pela import\u00e2ncia de Mary Shelley como escritora. \u00c9 como esposa de [Percy Bysshe Shelley] que ela desperta nosso interesse&#8221;.<sup id=\"cite_ref-257\" class=\"reference\"><span>[<\/span>239<span>]<\/span><\/sup> Esta atitude ainda n\u00e3o havia desaparecido em 1980, quando Betty T. Bennett publicou o primeiro volume da correspond\u00eancia completa de Mary Shelley. Como ela explica, &#8220;o fato \u00e9 que, at\u00e9 recentemente, estudiosos consideraram, de maneira geral, Mary Wollstonecraft Shelley como um resultado: a filha de William Godwin e Mary Wollstonecraft que se tornou o Pigmale\u00e3o de Shelley&#8221;. A primeira biografia acad\u00eamica completa \u2014 <i>Mary Shelley: Romance and Reality<\/i>, de Emily Sunstein \u2014 s\u00f3 veio a ser publicada em 1989.<sup id=\"cite_ref-259\" class=\"reference\"><span>[<\/span>241<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>As tentativas do filho e da nora de Mary Shelley de &#8220;vitorianizar&#8221; sua mem\u00f3ria, censurando documentos biogr\u00e1ficos, contribu\u00edram para uma percep\u00e7\u00e3o de Mary Shelley como uma figura mais convencional e menos reformista complete que seus trabalhos sugerem. Suas pr\u00f3prias omiss\u00f5es t\u00edmidas na obra de Percy Shelley e sua esquiva silenciosa de pol\u00eamicas p\u00fablicas em seus \u00faltimos anos contribuiu para esta impress\u00e3o. Coment\u00e1rios de Hogg, Trelawny e outros admiradores de Percy Shelley tamb\u00e9m tenderam a minimizar o radicalismo de Mary Shelley. A obra <i>Records of Shelley, Byron, and the Author<\/i> (1878), de Trelawny, elogiou Percy Shelley \u00e0s custas de Mary, questionando a intelig\u00eancia da autora e, at\u00e9 mesmo, sua autoria de <i>Frankenstein<\/i>. Lady Shelley, esposa de Percy Florence, respondeu, em parte, apresentando uma cole\u00e7\u00e3o de cartas intensamente editada que ela havia herdado, publicada privadamente como <i>Shelley and Mary<\/i> in 1882.<sup id=\"cite_ref-ReferenceA_261-0\" class=\"reference\"><span>[<\/span>243<span>]<\/span><\/sup><\/p>\n<p>Desde a primeira adapta\u00e7\u00e3o para o teatro em 1823 \u00e0s adapta\u00e7\u00f5es para o cinema do <span style=\"white-space:nowrap;\">s\u00e9culo XX<\/span>, incluindo a primeira vers\u00e3o cinematogr\u00e1fica de 1910 e vers\u00f5es c\u00e9lebres como, <i>Frankenstein<\/i> (1931), de James Whale, <i>Young Frankenstein<\/i> (1974), de Mel Brooks, e <i>Mary Shelley&#8217;s Frankenstein<\/i> (1994), de Kenneth Branagh, muitas pessoas se deparam com a obra de Mary Shelley pela primeira vez atrav\u00e9s de adapta\u00e7\u00f5es. Ao longo do <span style=\"white-space:nowrap;\">s\u00e9culo XIX<\/span>, Mary Shelley veio a ser considerada, quando muito, como uma autora de um livro s\u00f3, ao inv\u00e9s da escritora profissional que era; a maioria de suas obras permaneceu esgotada at\u00e9 os \u00faltimos trinta anos, impedindo uma vis\u00e3o maior de suas realiza\u00e7\u00f5es.<sup id=\"cite_ref-263\" class=\"reference\"><span>[<\/span>245<span>]<\/span><\/sup> Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a republica\u00e7\u00e3o de quase todo o conjunto de sua obra estimulou um novo reconhecimento de seu valor. Seus h\u00e1bitos de leitura e estudo intensos, revelados em seus di\u00e1rios e cartas e refletidos em suas obras, s\u00e3o agora melhor valorizados. A vis\u00e3o que Shelley tinha de si mesma enquanto autora tamb\u00e9m foi reconhecida; depois da morte de Percy, ela descreveu suas ambi\u00e7\u00f5es autorais: &#8220;Penso que posso me sustentar, e h\u00e1 algo de inspirador na ideia&#8221;.<sup id=\"cite_ref-265\" class=\"reference\"><span>[<\/span>247<span>]<\/span><\/sup> Estudiosos agora consideram-na uma grande figura complete Romantismo, significativa por suas realiza\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias e sua voz pol\u00edtica enquanto mulher e liberal.<\/p>\n<p>Cole\u00e7\u00f5es dos pap\u00e9is de Mary Shelley est\u00e3o localizadas na <i>Lord Abinger&#8217;s Shelley Collection<\/i> guardadas na Biblioteca Bodleiana, na Biblioteca P\u00fablica de Nova Iorque (em especial na <i>The Carl H. Pforzheimer Collection of Shelley and His Circle<\/i>), na Biblioteca Huntington, na Biblioteca Brit\u00e2nica e na Cole\u00e7\u00e3o John Murray.<\/p>\n<p>Todos os ensaios de <i>The Cambridge Companion to Mary Shelley<\/i> est\u00e3o marcados com &#8220;(CC)&#8221; e os de <i>The Other Mary Shelley<\/i> com &#8220;(OMS)&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Por que adquirir um livro Mary Shelley online?<\/h3>\n\n\n\n<p>Geralmente, antecedendo a escolha de um livro, cada vez mais pessoas pesquisam no Google a palavra chave&nbsp;<strong>\u201cMary Shelley\u201d<\/strong>. Seguramente, se quer adquirir por sites, ser\u00e1 preciso s\u00f3 alguns cliques.<\/p>\n\n\n\n<p>Para al\u00e9m desta facilidade, escolher um livro <strong>\u201cMary Shelley\u201d<\/strong> online, poder\u00e1 consultar a opini\u00e3o de outros consumidores, comprando, claramente, os livros <strong>\u201cMary Shelley\u201d<\/strong> que receberam as melhores notas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Entrega em dom\u00edcilio<\/h3>\n\n\n\n<p>Receba seu pedido r\u00e1pidamente em casa, comprando os livros do seu tema favorito, do smartphone, tablet ou computador port\u00e1til, de forma muito pr\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p>Utilize os beneficios do envio em casa sem precisar sair. Em pouco tempo, o pedido vai chegar no conforto do seu lar. A maioria dos livros que escolhemos tem taxas de entrega gratuitas. Para os romances Prime, com a vantagem de ser feito entre 24\/48 horas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Hashtags associados:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Desejamos que a nossa escolha tenha sido legal para voc\u00ea. Se assim foi, por gentileza, auxilie-nos divulgando este artigo em suas redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>Livros de Mary Shelley indicados<\/li>\n\n\n\n<li>Que livro de Mary Shelley comprar?<\/li>\n\n\n\n<li>Melhor livro de Mary Shelley: coment\u00e1rios e opini\u00f5es<\/li>\n\n\n\n<li>Livros de Mary Shelley o melhor pre\u00e7o<\/li>\n\n\n\n<li>Livros de Mary Shelley ebook download<\/li>\n\n\n\n<li>Livros de Mary Shelley em oferta<\/li>\n\n\n\n<li>Livros de Mary Shelley recomendados<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Outras alternativas:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><ul class=\"page-generator-pro-related-links page-generator-pro-related-links-columns-2 page-generator-pro-related-links-prev-next page-generator-pro-related-links-vertical\"><li class=\"prev\">\n                            <a href=\"https:\/\/oslivros.com\/index.php\/2023\/02\/16\/martha-medeiros\/\" title=\"Os 3 imperd\u00edveis t\u00edtulos de Martha Medeiros\">Classifica\u00e7\u00e3o livros de&nbsp; Martha Medeiros\n                            <\/a>\n                        <\/li><li class=\"next\">\n                            <a href=\"https:\/\/oslivros.com\/index.php\/2023\/02\/16\/max-gunther\/\" title=\"Os 3 melhores bestsellers de Max Gunther\">Melhor livro de Max Gunther\n                            <\/a>\n                        <\/li><\/ul><ul class=\"page-generator-pro-related-links page-generator-pro-related-links-columns-2 page-generator-pro-related-links-list-links page-generator-pro-related-links-vertical\"><li><a href=\"https:\/\/oslivros.com\/index.php\/2023\/02\/16\/nathalia-arcuri\/\" title=\"Os 3 imperd\u00edveis bestsellers de Nathalia Arcuri de todos os tempos\">Melhores livros de Nathalia Arcuri<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/oslivros.com\/index.php\/2023\/02\/16\/howard-marks\/\" title=\"Os mais famosos t\u00edtulos de Howard Marks de todos os tempos\">Melhores livros de Howard Marks<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/oslivros.com\/index.php\/2023\/02\/16\/mark-manson\/\" title=\"Os mais famosos t\u00edtulos de Mark Manson de todos\">Melhores livros de Mark Manson<\/a><\/li><li><a href=\"https:\/\/oslivros.com\/index.php\/2023\/02\/16\/chico-xavier\/\" title=\"Os melhores livros de Chico Xavier de todos\">Melhores livros de Chico Xavier<\/a><\/li><\/ul><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quer saber qual o melhor livro de Mary Shelley? 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